quinta-feira, outubro 03, 2013

Crónica da Clássica Pina Bike


A Clássica Pina Bike, do último domingo, foi sem dúvida a melhor do ano. Percurso interessante e seletivo, pelotão numeroso e bem recheado, e uma «atitude» extremamente positiva dos participantes que prestigia este tipo de eventos. Fica a faltar a Clássica dos Campeões, no encerramento da temporada, dia 20 de outubro – que se espera de celebração de mais uma temporada cheia de atividade, em que voltou a eleva a fasquia do nível qualitativo e de participação!

À partida de Loures, o pelotão estava bem composto, com cerca de 20-25 unidades, para o que contribuiu a integração de diversos camaradas dos Duros do Pedal – sempre assíduos - e dos Roda28 – também a tornarem-se «habitués» nas nossas lides -, que se juntaram a uma representação forte e numerosa do Pina Bike – o que se saúda!

Saída em direção ao Tojal e Bucelas, desde logo a bom ritmo, com diversos elementos a passarem pela frente do grande grupo, prevalecendo a formação Pina Bike, mantendo uma toada «certinha» que se prolongou aos primeiros quilómetros da subida para o Forte de Alqueidão. Nesta fase o andamento foi relativamente moderado, só se «inflacionando» cerca da Quinta do Paço, quando começou a haver pequenas movimentações, sem grande expressão, mas animadoras. Uma das últimas, sob iniciativa de um Roda28, a que se juntou o «nosso» Bruno Felizardo, foi a mais consistente e durava há alguns minutos com cerca de 100 metros de vantagem sobre o pelotão comandado mais amiúde pelo Ricardo Gonçalves – que parecia agir em «coordenação» com o Renato Ferreira. Mas, não foi preciso esforço para anular a fuga, uma vez que o Roda28 furou no último km da subida, levando a que a maioria dos seus companheiros parasse em seu auxílio (não é a primeira vez que esta equipa da zona de Sintra demonstra forte coletivismo, num excelente exemplo de camaradagem). Perante isso, todo o pelotão reduziu substancialmente o andamento, o que não invalidou que o tempo de subida se tenha ficado por muito apreciáveis 24.15 m.

A «espera» continuou nos quilómetros seguintes, na descida para Seramena e Cabêda, e prolongou-se, inclusive, na ligação a Sapataria, na subida subsequente e até início do troço Milharado-Roussada. No entanto, sem que os Roda28 voltassem a reentrar. A ligação Milharado-Venda do Pinheiro já foi mais rápida (principalmente a subida final), e após esta, até à Malveira, voltou-se ao andamento de cruzeiro de Clássica – e ainda sem sinal dos retardatários acidentados. Com o ritmo imposto na longa descida para Vila Franca do Rosário seria agora difícil que voltassem a reintegrar-se.

Chegava, então, o Gradil, com o pelotão compacto e os músculos novamente bem quentinhos. Contudo, quando se esperava uma entrada de leão, foi de... sendeiro. Para as minhas pretensões (de mais uma etapa de preparação para o Skyroad da Lousã), não servia, por isso passei a impor o andamento, em parceria do Nuno Garcia até à entrada da vila e depois sozinho até às últimas centenas de metros da primeira subida, quando alguns saíram de trás, acelerando o ritmo. No topo, o grupo estava «partido», mas a maioria reentrou na descida, mesmo antes da segunda ascensão, a mais longa e complicada.

Nesta, a mesma parcimónia da anterior. À cabeça, o ritmo era deixado à responsabilidade do «Ricky» Gonçalves, que o mantinha em lume brando perante a passividade dos demais, na sua roda. Assim, voltei a assumir as despesas, a uma intensidade que me convinha. Fi-lo uma vez mais até às derradeiras centenas de metros, quando se repetiu o figurino da primeira subida. Só que, agora, com uma mudança de ritmo muito mais forte (do Carlos Cunha), ao que os mais poderosos corresponderam. Perante esta, fiquei a «abanar» na cauda do grupo de elite e cheguei a temer por perdê-lo. Não aconteceu. Na Murgueira, o pelotão estava já bastante selecionado. E definitivamente. Tanto mais, que a caminho da rotunda de Barreiralva, o Ricardo voltou a assumir o comando, mas agora impondo um grande andamento.

Desceu-se, então, para Monte Bom e Santo Isidoro, sempre com precaução redobrada devido ao piso húmido. Antes, integraram-se alguns elementos dos Viveiros de São Lourenço, com um deles a «meter o passo», ao lado do Ricardo, no início da subida de Sto. Isidoro. Aí, mais uma vez ritmo demasiado baixo para os meus intentos. Pelo que voltei a repetir a dose «dupla» do Gradil. O meu trabalho voltou a ser «interrompido» já perto do final da ascensão, agora por uma extraordinária aceleração de um dos «Viveiros» (creio que o ex-profissional Serafim Vieira), que rapidamente ganhou uma centena de metros até final, forçou a uma perseguição «violenta» conduzida pelo Ricardo (creio que demasiado forte para as «necessidades»), mas o fugitivo, ótimo rolador, foi alcançado já perto de Paz (onde se juntaram os Roda28, em sentido contrário, vindos da Murgueira; e com eles, também o Felizardo).

De Mafra a Alcainça, a vivacidade aumentou ainda mais, mercê de um empertigamento entre os Viveiros e os Roda28 (todos muito mais frescos!), deixando os poucos que restavam com o «percurso completo» na expectativa. Eram estes (posso falhar algum): eu, o Ricardo, Arraiolos, Bruno de Alverca, Carlos Cunha, Capela, Carlos Santos, André (que perdeu o comboio antes de chegar a Alcainça).

Na dura subida final, para a Ribeira dos Tostões, o Bruno e um Roda28 entraram destacados, tendo sido alcançados a meio da rampa, na parte mais íngreme. O grupo fracionou-se, com não mais de meia dúzia à cabeça no topo, sem que alguém fizesse a diferença. A partir daqui, os Viveiros e os Roda28 seguiram para Pero Pinheiro, enquanto os resistentes dos «100%» (eu, o Ricardo, Arraiolos, Bruno de Alverca, Carlos Cunha, Capela, Carlos Santos) completaram o trajeto mantendo um bom ritmo até Sta. Eulália.

No final, em Loures: 3h20m para 106,2 km, à média de 32 km/h.

No dia 20 há mais, na Clássica dos Campeões. Recordo: pretende-se que celebre o encerramento da época. Mas dela falaremos a seu tempo.
 
No próximo domingo, rolar, rolar para o Infantado (no sentido inverso)
 

 

terça-feira, setembro 24, 2013

Clássica Pina Bike - antevisão


No próximo domingo é a Clássica Pina Bike, a penúltima da temporada. O PERCURSO, como se sabe, todos os anos é diferente, sendo, que este, não deixará de ter todos os condimentos para uma interessantíssima jornada domingueira.

Não se espere grande distância, mas apenas 105 km. De qualquer modo, com cerca de 1400 metros de acumulado num trajeto para todos os gostos, o mais completo possível. No último sábado, eu e o Jorge metemo-nos à estrada para o «validar» e confirmaram-se as melhores expectativas. Verificou-se que é um traçado exigente mas ao mesmo tempo rápido, uma vez que, apenas os dois, realizámos uma média superior de 29 km/h a bom ritmo, por isso um pelotão forte irá superar, com certeza, a barreira dos 30 km/h.

Em linhas gerais, o percurso arranca em direção a Bucelas e subida para o Forte de Alqueidão (a primeira do dia), desce imediatamente por Cabêda para a estrada da Sapataria, e logo após esta subida (2.ª), à direita para o Milharado até à Venda do Pinheiro (3.ª subida). Prossegue para a Malveira, desce para Vila Franca do Rosário e para o Gradil (4ª e 5ª subidas). Uma vez no alto, na Murgueira, vira-se à direita para a estrada da Picanceira, até à rotunda nova (da via rápida), seguindo em frente para Monte Bom/Sto. Isidoro. Descida lindíssima até ao vale e nova ascensão a partir de Sto. Isidoro (6.ª), para a estrada da Ericeira/Mafra – à esquerda para esta vila. De Mafra para a Carapinheira e Alcainça, onde se segue EM FRENTE para a ESTAÇÃO, e continuando, até à Ribeira dos Tostões, para a derradeira subida (7.ª), talvez a única desconhecida da maioria: 1,2 km a uma inclinação média de 6,2% mas com a primeira metade bem dura: a mais de 10%. A subida «entronca» na estrada Pero Pinheiro/Negrais (à esq.) para esta localidade e em frente até Sta. Eulália. Restará descer para Ponte de Lousa e subir o topo de Guerreiros, para «baixar» de novo em direção a Loures.

Recomenda-se que todos os esforços intensos terminem no topo de Guerreiros, para evitar «correrias» na perigosa e congestionada descida para Pinheiro de Loures/Barro/Loures. Esta deve ser feita... tranquilamente.

A hora de partida será às 8h30 (não há necessidade de antecipar), no posto de abastecimento da BP, em Loures.

Boa Clássica!  

quinta-feira, setembro 19, 2013

Crónica de Torres-Matacães e próximo domingo, Oeste


A adesão à volta do passado domingo foi condicionada pelo rescaldo doloroso da ultramaratona Caneira-Vieira-Caneira (240 km), na véspera, e pela realização, nesse dia, do contra-relógio por equipas Alverca-Reguengos. Por isso, grupo pouco numeroso, mas com bom nível geral. A registar, presença dos dois Masters alverquenses, Capela e Cunha, em boa forma de final de temporada. Além destes, eu, o Jorge, o Bruno de Alverca, o Jony, o Jorge Damas, o Carlos Santos, um elemento que pressupus também ser da zona de Alverca (foi uma espécie de volta à moda da casa...), equipado com uma (míni) Jorbi com o nome de Ricardo Mestre (ter-lhe-á pertencido), e o Nuno Mendes.

Saída em direção ao Tojal e a Bucelas com o vento a soprar de cara. Ritmo imposto por mim, que permitiu desde logo concluir que seria uma tirada fortemente marcada por aquele «fator». Pelo menos, enquanto rumássemos a norte (até Torres).

Como tal, desaconselhava-se, de todo, o andamento que se passou a imprimir desde a base da subida do Alqueidão. O mote foi dado pelos Masters, mas também o Jony, o Carlos Santos e o Jorge contribuíram para que, no topo, o cronómetro marcasse abaixo dos 25 minutos! Obra, com tanto vento. Mas o efeitos foram nefastos. Forte desgaste, grupo «partido». No alto, apenas os mais fortes nesse dia: Capela, Cunha, Jorge e Carlos Santos. Eu a descolar nos últimos 500 metros –, por «culpa» do Contador de Alverca, que pegou no grupo quando este parecia estar, finalmente, a parar...

Reagrupamento no Sobral, descida rapidíssima para Dois Portos e ligação a Matacães, Sarge e Torres sempre em bom ritmo, mas sem a intensidade do Alqueidão. Em Torres, «Hora Coca-Cola...».

A saída, num terreno difícil, não foi... fácil. Até ao topo de Catefica (nó da A8) puxei para fazer a recolagem a «uns» apressados no arranque. Mas no Carvalhal, quando o grupo se aprestava a ficar de novo compacto (nota: à exceção do rapaz da Jorbi, que ficou algures no Alqueidão), comecei a sentir dificuldades (musculares). Ai, o fortíssimo treino da véspera, a ser castigador! Felizmente, o Cunha ofereceu-me a sua roda e permitiu recolar-me quando a vontade já não era muita... Até à base da subida de Vila Franca do Rosário, rolou-se moderadamente (35 km/h).

E a subida não trouxe grandes amargos. Ainda bem... Apenas, quando o terreno inclinou mais, à passagem pela vila, a intensidade subiu uns patamares, sempre sob a batuta dos Masters, mas com a maioria a resistir estoicamente, e aparentemente sem dificuldades nas suas rodas – só o Jony e o Nuno Mendes cederam. O sprint final, todavia, voltou a revelar os mais poderosos: Capela, Cunha, Jorge e Carlos Santos. Pouco atrás, mas «pregados», eu e o Bruno.

Mas houve mais... diversão! Na descida da Venda para Bucelas, velocidade ligeirinha, curvas com estilo e topos musculados. Média de 45 km/h. Não foi propriamente para «desenrolar» as pernas. No final, no meu pecúlio 5h00 «redondas». A acumular para o Skyroad.

 
No próximo domingo, a volta é a do Oeste, num dos mais interessantes percursos do calendário.

Neutralizações sugeridas para reagrupamento, em caso de necessidade.

- Venda do Pinheiro (rotunda da Venda do Valador)

- Catefica (rotunda do nó da A8)

- Murgueira (junto ao café)
 
Percurso da Clássica Pina Bike (dia 29) em fase final de elaboração. Promete ser empolgante!      

quarta-feira, setembro 11, 2013

Clássica dos Campeões adiada para dia 29

Por lapso, a informação que foi publicada sobre as alterações nas próximas voltas estava errada. A correta é a seguinte

Devido à realização do contra-relógio por equipas, Alverca-Reguengos, no próximo domingo, dia 15, a Clássica dos Campeões, que estava marcada para esse dia será adiada para dia 29 de setembro (domingo). Assim, a Clássica Pina Bike, que estava marcada para este dia, transita para o dia 20 de outubro, encerrando deste modo, e um pouco mais tarde, a temporada de 2013. 
Para este domingo (15), marca-se então a Volta de Torres (Matacães), cujo percurso é o seguinte. 

sexta-feira, agosto 30, 2013

Domingo: Ericeira - Carvalhal

A volta do próximo domingo é da Ericeira - Carvalhal, com «epicentro» na belíssima subida que se inicia nesta localidade. O percurso, exigente, é o seguinte.

Pontos de neutralização, se necessário:

- Venda do Pinheiro (ou rotunda de Venda do Valador/Malveira)
- Final da subida de Quintas/Valongo (no cruzamento com a EN 247)
- Pobral (final da subida)
- Igreja Nova (final da subida do Carvalhal) 

sexta-feira, agosto 23, 2013

Domingo: Serra de S. Julião/Parque Eólico da Carvoeira

No próximo domingo, a volta é a do Parque Eólico da Carvoeira, já apresentada (com o respetivo percurso) no «post» anterior. Faltavam referenciar os pontos de neutralização para reagrupamento, se necessário. São eles:
- Vale de S. Gião
- Parque Eólico (alto)
- Sobral

quinta-feira, agosto 22, 2013

Cronica da Abrigada; e domingo... Parque Eólico/Carvoeira


Quem estaria à espera que a volta da Abrigada, no passado domingo, fosse mais acessível, em virtude do perfil pouco acidentado, enganou-se. Principalmente, pelo andamento imprimido na fase (inicial) do percurso em que, curiosamente, o terreno é plano. Ou quase. Desta vez, como em outras ocasiões, a responsabilidade pertenceu exclusivamente (ou quase!) a apenas um homem. Obrigatoriamente, com a capacidade do Rui Torpes, que, ao arranque de Loures, denunciou desde logo algum empertigamento com a pressa de se meter à estrada. Estava visto que tinha muito para gastar...

E assim foi, praticamente ele, sem pedir colaboração, que levou o bem recheado pelotão até Alverca a uma média bastante considerável (35,5 km/h) e até Vila Franca ainda mais (38 km/h)... Apesar de o terreno ser favorável a quem se protegia no seio do grande grupo, ninguém esteve a salvo de alguns picos de intensidade e de desconforto, e de ter de rolar com atenção constante ao «serviço». Facilidades «zero»!

Eu pensava com os meus botões: conhecendo bem o Torpes, esta toada não iria demorar toda a volta. Ou, talvez, nem muito mais. Apesar de ser um ciclista de grande nível e não lhe faltar capacidade para uma exposição ao desgaste tão duradoura, do tipo Hernandez, esta é-lhe contranatura. E para mim, inédita. Ou quase... Dito e feito. Após, Vila Franca, reduziu a sua presença na dianteira e com isso também o ritmo do pelotão. Até ao Carregado, bem mais desafogados 33,5 km/h, com condução agora partilhada com o Jony e um jovem ciclista com equipamento do Louletano, que viria, a partir daqui, a revelar grandes qualidades.

A partir do Carregado, voltaram a crescer as dificuldades. Já não tanto pelo «fator» Torpes, mas pelo fator... vento. Na variante de Alenquer, uma passagem pela frente do Bruno de Alverca causou o primeiro corte no grupo, ao estilo «abanico». Dizia-me, quando o «acusei» do estrago: «Mas ia só a 35 à hora!...» Com o vento lateral que se fazia sentir foi o quanto baste para deixar algumas peças pelo caminho. Após o topo da variante, um compasso de espera permitiu que reentrassem.

Na Abrigada e depois de uma subida «mexida» para as Marés, seguiu-se o setor de Paúla e Labrugeira, também muito exposto ao vento, e agora com o jovem «Louletano» a impor um ritmo muito certo, com o Torpes e eu na sua roda. A fase final, até ao cruzamento Olhalvo/Atalaia, foi particularmente acelerada pela iniciativa do Jony durante e depois do topo, na descida que o seguiu - 70 km/h de velocidade máxima!

Acabava-se aí o terreno mais acessível, entravam as subidas. Desde logo, a primeira, para Atalaia, com o «Louletano» a meter um passo rijo; depois para a Merceana, com o Nuno Mendes a prolongá-lo.

Até que, no centro desta vila, o acidente esteve por um triz... Na descida, eu o Jony a alta velocidade antes de abrandarmos (felizmente!) para uma passagem cautelosa no cruzamento (Carvoeira/Torres), mas imediatamente a seguir, curva cega e... uma família com uma criança pequena a atravessarem a estrada. Fora da passadeira e, pior, sem visibilidade. Ambos, travões a fundo, roda traseira a derrapar, atropelamento iminente... Mas, enfim, no último instante evitou-se o acidente, que teria consequências imprevisíveis. Para todos.

Ainda mal refeitos do susto, atacou-se a longa subida para o Sobral. Entrada moderada, até tranquila, com o «Louletano» a comandar. Alívio? Nunca fiando... E não demorou muito. Quando a pendente aumentou, foi o próprio a aumentar a toada, ainda que distante de um andamento «terminal». No entanto, quem vinha mais justo meteu o seu ritmo.

Na Corujeira, mantinha-se o figurino, com o Torpes na roda do jovem, eu na dele. Então, passei para a frente, para dar tudo! Nos próximos 3 km, 35 km/h de média, coração a 176. Na frente, além de nós os três, apenas o Bruno de Alverca. Após isto, fui ao limite e sai para o lado. Os demais seguiram, juntos. Com o jovem a liderar. O Bruno só mais tarde viria a ceder. Juntei-me a ele praticamente no Sobral. O duo da frente não se desfez, creio. Excelente subida. Ainda assim, (a minha) com mais 28 segundos do que melhor até hoje – mas contando-se com uma entrada que foi mais doce do que o habitual e eu ter ficado «a pé» nos últimos 3 km, estaria muito perto daquele registo – que o jovem e o Torpes devem ter superado.

À saída do Sobral, já depois do reagrupamento, decido esperar pelo Jorge, que ficara para trás (dizem-me naquela altura...) desde a Labrugeira. Definitivamente, não estava nos seus dias.

Este domingo, volta da Serra de S. Julião (Carvoeira/Parque Eólico). Percurso seletivo, com ponto alto na terrível subida para as ventoinhas, final de etapa decisiva do GP Joaquim Agostinho. Mas até lá, como dizia o outro, não doam as pernas... E depois também! Por isso, a minha semana foi a menos de meio gás. Têm sido um mês duro, muito duro... e o estágio na Foia está à porta!           

sexta-feira, agosto 16, 2013

Montejunto por Abrigada e domingo... de volta

Depois da interessante Clássica de Montejunto pela dificílima subida da Abrigada, voltam as voltas... Este domingo, curiosamente para a... Abrigada, num percurso que tem muito ou quase tudo daquele da Clássica do último feriado - excepto o mais importante, a subida...
O percurso é o seguinte
Hora de saída de Loures (bombas da BP): 8h30

Ponto de neutralização para reagrupamento, se necessário, será apenas um: Sobral, no regresso

Entretanto, deixo aqui alguns apontamentos mais relevantes sobre a Clássica de Montejunto.
- Ritmo moderado até à subida, mas sem facilidades, principalmente na subida para o Sobral e descida para a Merceana, a maior parte sob liderança dos Duros, Roda 28 e Pina Bike.
- Secção seletiva a partir da Merceana bem «trabalhada», com presença de um Pina entre os que lideravam o pelotão, o Salvador, que surpreendeu pela boa disponibilidade física. Chapeau!
- Depois, subida duríssima e muito bem disputada, com um grupo de cerca de 6/7 unidades na perseguição ao camarada Runa, que se adiantou logo no primeiro quilómetro, muito ao seu estilo, tendo sido alcançado ainda antes do cruzamento de Pragança.
- O André a desferir um ataque sem resposta a meio da rampa dos 15%.
- Eu, o abnegado Nuno Mendes e um Duro a alcançarmos esse grupo antes do cruzamento do quartel.
- Alguns desse primeiro grupo a ficarem neste mesmo local, não subindo ao cume.
- O meu esforço por tentar alcançar os quatro primeiros, mas sem sucesso.
- O André a controlar a «concorrência» a seu bel-prazer.
- Eu, apesar dos «males» das pernas, a fazer a minha melhor subida de sempre: 28m54s.
- O pior foi o regresso, a rolar direito à EN1 e EN10, que dor! Valeu-me as poderosas rodas do Nuno Mendes, do Bruno de Alverca, do Nuno Garcia e do Pedro Fernandes.
- Objetivo: recuperar para o fim-de-semana.        

quarta-feira, agosto 14, 2013

Mudança de percurso para Montejunto: agora Abrigada!

O percurso da Clássica de Montejunto, de amanhã, foi alterado devido a obras em Pragança. Assim, a subida à serra far-se-á pela vertente da Abrigada. O trajeto mantém-se pelo Sobral, Merceana e Atalaia, mas aqui, muda, seguindo para Labrugeira, Paúla, Eiras e Abrigada.
O percurso é o seguinte
A hora de partida de Loures mantém-se às 8h30 

terça-feira, agosto 13, 2013

Crónica de Santana da Carnota - feriado Montejunto!


Que sensação, foi subir A-dos-Melros à média de 32 km/h! Para mim, inédita! - e tão vertiginosa quanto asfixiante. Foi assim, no último domingo, o «prato» de abertura da volta de Santana da Carnota, com pouco mais de 15 km percorridos desde Loures. Nunca a ligação entre Alverca e aquele topo, de 6,7 km a 2,3%, tinha sido feita tão depressa (por mim, esclareça-se). Menos 1m30s do que a (minha) anterior melhor subida, o que não deixa de ser relevante! E tal como a anterior (e muitas outras, enfim...), fi-lo à boleia de um comboio liderado por dois ou três «maquinistas», os únicos que foram capazes de o meterem a tanto vapor. Destaco um, porque foi o que mais me impressionou: o jovem estreante de equipamento laranja, como as nuances da decoração da sua KTM, que aí iniciou a série de demonstrações de grande nível da jornada. Em quase todas as secções seletivas: depois de A-dos-Melros, Carnota, Forte de Alqueidão (da Seramena) e finalmente, na Tesoureira. Deixou cartel e passou com toda a distinção no crivo do grupo Pina Bike. Ou seja, tem visto para voltar. Como os seus dois companheiros, não tão exuberantes mas muitíssimo consistentes. Que trio de treino! E tão ou mais importante: afáveis, discretos e simpáticos.

Curta mas igualmente impressionante foi a presença do Rui Torpes. Nele, todavia, grandes performances já não surpreendem. Foi outro dos que estimularam o andamento nessa subida. Só que noutro estilo, em mudanças bruscas de ritmo – justificadas por algum desagrado por não se ter esperado por ele, após a partida, moderando-se a pedalada nos primeiros quilómetros. Quando chegou, já em plena subida, reclamou – e com alguma razão. Mas, assumida da minha parte, só a responsabilidade de não ter «pedido» para manter o passo moderado depois da passagem por Vialonga, que até aí marcara em parceria com o Jorge - a um nível que para o (excelente) atleta em causa permitir-lhe-ia recuperar sem grande esforço. Só que, naquele local, picaram-me. E quando me picam... Não foi alguém, mas algo. Um inseto, talvez uma abelha, pela dor intensa. Entrou-me no capacete e ferrou-me o cocuruto. Estrebuchei e passei para a retaguarda do pelotão, e logo senti que o ritmo tinha embalado – talvez pela descida da Sagres...

A seguir, A-dos-Melros e a cavalgada. Os primeiros a meterem-se ao serviço foram o Nuno Mendes e o Bruno Felizardo. Antes de serem rendidos pelo trem «Laranja da KTM». O primeiro pagou a fatura; o segundo deu mais uma prova de ótima forma - uma das várias nesse dia. Um grupo ainda numeroso manteve-se até ao alto, mas cerca de metade ficou disperso pela vertente.

Eu aguentei-me... mal. Pernas pesadas para esta jornada, sem comparação com as da semana anterior, em N. Sra. da Ajuda. Este primeiro choque volta foi apenas o primeiro dos fulminantes. Nos últimos 300 metros estoirei. Aliviei. Mas ainda agarrei a cauda do grupo. No alto estava previsto aguardar pelos retardatários. Fi-lo. Os restantes continuaram. Detrás, chegavam aos poucos e também foram seguindo... Os derradeiros demoraram mais seis minutos. Seis! Mas estavam lá e com intenção de continuar. Quando assim é, não custa aguardar.

E foi um grupo de cerca de meia dúzia de unidades (Freitas, Pina, Salvador, Xico e outros) a meter-se no encalço do da frente, embora com a certeza que só reentraria se este aguardasse. De qualquer modo, rolamos bem até aos Cadafais, a 37 km/h de média, onde, enfim, lá estavam os restantes.

De imediato, subida para Santana da Carnota. Primeiros 8 km a 2% e a... 30 km/h. Os mesmos a marcarem o ritmo (à exceção do Torpes, que seguiu outro rumo). À entrada do troço final, a subida propriamente dita (3,1 km a 3,5%), permaneciam só os mais rijos. Entre eles, o Gonçalo, que perante a abordagem moderada à subida, ironizou: «Olha, que a este passo eu aguento!». Mas sabia-se que não duraria muito essa toada. Alguém haveria de a disparar. Primeiro, foi o Jorge, depois um dos estreantes, e finalmente, já em modo de seleção, o suspeito do dia, o Laranja KTM. De qualquer modo, o Jorge mostrou-lhe que estava para o desse e viesse e colocou-se à sua ilharga até ao alto. E alto ia o meu pulso, a atingir o pico da jornada. Tal como em A-dos-Melros, nos derradeiros metros, explodi. Ainda assim, mais tarde do que antevia. Tempo da subida: mais 23 segundos do que o melhor (meu). Forte, de facto. Voltei a aguardar. A maioria voltou a seguiu. Encontro-os já no Sobral, no chafariz. Os que comigo depois vinham pararam antes, no café do jardim. Mas estava a fim...

E assim foi um grupo já reduzido (com os da frente, os poderosos) que se fez à subida para o Forte de Alqueidão (da Seramena). Tréguas, nada! O Jorge mostrava serviço (subida de forma evidente) e impunha o passo, mas os forasteiros, principalmente dois deles, não estavam pelos ajustes e colaboraram. Não demorou a fazer-se nova seleção, agora até entre os mais fortes. O Jorge e o Bruno de Alverca com estes. Desde cedo fiquei descaído. Meti o meu passo e mantive a distância na parte final. Juntei-me ao Felizardo. Levei-o até ao topo e ele retribuiu na descida. Antes das bombas de Arranhó reentrámos. Ele ainda seguiu direto, mas depois abdicou.

Tesoureira para final de festa. Uma semana antes pulverizaram-se recordes do Strava (segundo o Felizardo, menos 32 segundos do que o melhor tempo). Eu e ele. Desta vez, impensável repetir ou sequer aproximar-me. De qualquer modo, na primeira rampa animo-me e fico apenas na companhia do Laranja KTM. Relaxamos na descida e somos alcançados antes de entrar na subida «real». Embalo até onde a pernas permitem. O KTM não demora a mostrar-se. Passo à sua roda. Obviamente! Mas, eis que o Bruno de Alverca arranca de trás, em grande estilo, e só tem resposta dos dois mais fortes dos «visitantes». Eu e o Felizardo tentamos minimizar as «percas», como diz o «outro» do canal desportivo. Repete-se a fórmula de cooperação do Alqueidão. Primeiro eu na subida, depois ele na fase mais suave. Em Casais da Serra reentramos. Estamos a entender-nos..., é um bravo. «Crono» da subida: e que surpresa!, só mais 10 segundos do que há uma semana. O referido trio da frente deve ter ficado a muito poucos segundos de novo recorde do Strava...

Bom, daí até Bucelas e, em seguida, rumo a Alverca (para os que comigo seguiram), foi um passeio. Não podia ser de outra coisa... Pelo menos para mim. As pernas, bom, tentarei recuperá-las, ao máximo, para quinta-feira, para a Clássica de Montejunto (Pragança) com os camaradas dos Duros. Mas pelas sensações (hoje) não vai ser fácil. De qualquer modo, lá estaremos. Pelas nossas cores!

Hora de partida de Loures às 8h30      

quinta-feira, agosto 08, 2013

Domingo: Santana da Carnota

A volta do próximo domingo é a de Santana da Carnota. Curiosamente, o percurso tem alguns setores que são idênticos aos da volta do último fim-de-semana, da Nossa Sra. da Ajuda, como a subida de A-dos-Melros (de Alverca) e a passagem na Tesoureira (da descida do Sobral para Casais da Serra).

Sugerem os seguintes pontos de neutralização para reagrupamento (se necessário)
- Final da subida para A-dos-Melros
- Final da subida de Santana da Carnota

Atenção: após a subida de A-dos-Melros desce-se para Alhandra (à direita).
Já houve enganos em edições anterior, descendo-se para Arruda.  

quarta-feira, agosto 07, 2013

Crónica de Nossa Sra. da Ajuda


A volta do último domingo, de Nossa Sra. da Ajuda, foi ao estilo forte e compacto. Ou seja, compacto, pelo reduzido grupo que se fez ao relativamente curto percurso; e forte, porque os seus participantes foram-no, no empenho e na entrega face às exigências de um traçado com desnível forte, com isso elevando a intensidade a um nível que, durante a maior parte do tempo, pode não ter sido forte, mas sim... «mais-do-que-forte»! Por falar em tempo: em menos de 3 horas estavam despachados os 80 km e os 1200 metros de acumulado positivo da jornada (para mim: 3h33m para 109 km). Pulso médio de 148. Forte!

À saída de Loures, poucos. Não mais de cinco: eu, Jorge, Bruno de Alverca e dois «Carrega e Puxa» plenos de motivação. Arranque em direção a Frielas e Sacavém, comigo a dar o mote logo nos primeiros quilómetros de que o ritmo deveria ser ligeirinho, uma vez que tinha imposições familiares, com apresentação no domicílio, sem atraso, por volta das 11h30. Logo, pedaladas contadas... Desde já, os meus agradecimentos aos demais pela colaboração – que não precisei de pedir. Refiro-me, logo!

O quinteto, que passou septeto já em plena EN10, com a integração do Bruno Felizardo e do Gonçalo, cedo se empenhou a manter o andamento vivo. Assim, em Alverca, no início da subida de A-dos-Melros, a média nos 35 km/h. Alguns instantes antes, perante o «cenário» que se deparava, o Gonçalo exteriorizou alguma falta de «entusiasmo»... Tratei de o motivar. Naquela altura, até ver, tive êxito. Mas a subida foi intensa desde o sopé, e chegou a ser um pouco asfixiante na sua fase mais íngreme (junto ao cruzamento do Calhandriz), muito exposta ao vento. Todavia, não foi o Gonçalo a ceder, mas sim os dois estreantes do Carrega e Puxa. Ou um deles, e o outro terá ficado para o ajudar. Perante isso, também aliviámos, cumprindo a fase final da subida (mais suave) em andamento moderado. No topo, o grupo estava de novo compacto.

Desceu-se para Arruda e aí o Felizardo não facilita. É um todo-o-terreno, mas quando este é mais acessível (descidas incluídas) é fortíssimo e raramente deixa de assumir a dianteira. Assim, não houve descanso até à base da Mata. Aqui, o Gonçalo automotiva-se: «Se esperarem dois minutos no alto, continuarão com a minha companhia». Nenhuma dúvida.

Agora, o setor era mais exigente. As minhas boas sensações impeliram-me a imprimir andamento respeitável. Rapidamente ficaram comigo apenas os Brunos. E só o de Alverca a partir do casario (meio da subida) até final. Muito bom tempo de subida (para mim), embora com pulso «solto». Os restantes não demoraram. E o Gonçalo, a cumprir o prometido: 2 minutos exatos. Aqui, os Carrega e Puxa deixaram-nos. Esperemos que seja até breve (já o próximo domingo).

Nova descida, para Santiago dos Velhos, e entrada na rampa de Nossa Sra. da Ajuda. Dura, com vento de frente. Toda a gente a passar (relativamente...) bem. Na aldeia, paragem para «meter» água... santa!

E bem necessária, perante o acidentado do percurso que restava e o prolongamento dos níveis de intensidade altos. Tesoureira, musculada. Primeiro troço em subida, fico sozinho na frente perante a «falta de vontade» do Felizardo. Na descida, deixo-me deslizar. Os restantes reentram pouco antes da ascensão final. O Bruno de Alverca impõe excelente ritmo e não demora a ficar apenas comigo e com o seu homónimo. Mas aquele (o de Alverca) cede ligeiramente na parte final, quando o rendo na dianteira. No alto, o Felizardo demonstrava que neste tipo de relevo, suave, ainda é o seu... Poderoso!

Finalmente, Ribas. Novamente, o grau de exigência a disparar. O Gonçalo volta a lançar o repto: «agora 3 minutos à minha espera...» Nada que nos faça demorar. O «Félix Froome» lança-se na primeira rampa, muito íngreme. Sigo-o na roda e quando a inclinação alivia, passo para a frente. Ele abdica. Sigo por minha conta. Alcanço e passo um pequeno grupo que seguia adiantado (com o Jorge de Vialonga e o Pedro Fonseca). Continuo com boas sensações, mas as pernas já doridas. Giro o esforço desde os tanques até ao topo. O Bruno de Alverca chega a seguir, passou o «FF», cuja boleia aproveitou o Pedro Fonseca. Pouco depois o Jorge, na sua melhor subida do dia (exceção a A-dos-Melros, cujo esforço pagou pela sua ainda curta forma). Por fim, o Gonçalo. Mas desta vez sem cumpriu a promessa do tempo de atraso. Antecipou-se! Apenas 2 minutos. Temos homem!

No regresso pela longa descida de Fanhões/Casaínhos, estou (mais do que) em cima do horário. Agora sim, tenho de pedir colaboração para a ligação a Alverca. Ao Félix nem precisava; e ao Bruno, meu conterrâneo, idem. Entretanto o Gonçalo e o Jorge entram em «modo» de recuperação. Quem me dera. Lançámo-nos os três à Variante e a 35 km/h de média estávamos em Vialonga. Na rotunda do Cabo começo a ceder. É muito! Pago o esforço da tirada. Os meus dois companheiros aguardam na descida da Sagres. Despedimo-nos no seu final, na rotunda do Alambique. Não alivio até casa (não posso!) e chego a casa com 5 minutos de atraso. Nada de tenha alterado humores familiares...

Missão cumprida. Fortíssimo treino. Enormíssima companhia. Este domingo há mais. Para a Carnota. Logo esta! Amanhã, o percurso e outras informações.

sexta-feira, agosto 02, 2013

Domingo: Nossa Sra. da Ajuda

Relembra-se que a volta do próximo domingo é a da Nossa Sra. da Ajuda, e que o percurso é o seguinte.
Sugerem-se ainda os seguintes pontos de neutralização para reagrupamento, se necessário:

- Alto da Mata
- Nossa Sra. da Ajuda (final da subida)
 

quinta-feira, agosto 01, 2013

Crónica da Clássica do Cartaxo


Uma Clássica das grandes, a do Cartaxo, realizada no último domingo. «Pico» do verão e de forma (ou lá perto) para muitos dos quase trinta de participantes que arrancaram de Loures. Uma adesão que superou as expectativas, não pela tradição do evento, que é um dos que regista maior entre as Clássicas, mas porque ultimamente as voltas domingueiras têm andado um tanto «desligadas».
 
Para tal, regista-se (e agradece-se) a presença de muitos ciclistas de outros grupos/outras paragens, com destaque para os sempre assíduos Duros do Pedal (embora o camarada Tó Monteiro tenha lamentado a limitação em número [talvez se estivesse a referir mais à «qualidade»], os Roda28 (que formam um coletivo cada vez mais coeso e de bom nível), alguns Ciclismo2640 (com realce para o Senhor Dario) e para alguns Pássaros, com o também «habitué» Vítor Mata à Velha em plano de evidência. Menção, ainda, para os Masters (sob as mesmas cores), Duarte Salvaterra e Pedro Capela, e o aplaudido regresso do meu amigo Jony às lides. Bem haja.

Entre os nossos «Pinas», representação sem motivo para acanhamento. As figuras de proa, Rui Torpes e Ricardo Gonçalves «Ricky», bem secundadas por lote respeitável: os Bruno’s (com o de Alverca a equipar a preceito – bem-vindo!), o Nuno Mendes e o Gonçalo. O Jorge e o Freitas (embora neste o equipamento de outras cores possa significar... «transferência») também marcaram presença, mas curta. E ainda eu... a recear que tivesse de seguir pelo mesmo (encurtado) caminho, mas, afinal (e felizmente) a «cumprir» a Clássica até muito mais tarde do que esperava.

Aliás, esse receio desde cedo se dissipou (ou pelo menos atenuou), ao sentir que a forma física, ainda limitada com apenas duas semanas de treino a seguir a um interregno prolongado, resistia ao exame madrugador que foi o andamento imposto praticamente desde a partida pelo Ricky. Logo em Alverca (16 km): 35,5 km/h de média. Este foi o figurino da Clássica até muito tarde. O possante rolador da Pina Bike a comandar o extenso pelotão, apenas amiúde ajudado/substituído na sua ação. Um trabalho louvável e de grande nível, à imagem do que faz, por norma, o (ausente) Renato Hernandez, mas que nada ficou a dever-lhe. E nem sequer faltaram figuras com qualidade/capacidade para o render, mas que terão preferido (e nada se incomodado) fazer bom aproveitamento da excelente boleia.

Às custas quase exclusivamente daquele líder, o grande grupo percorreu a ligação Alverca-Cartaxo à impressionante média de 39,3 km/h e do Cartaxo-Alcoentre em 38,2 km/h. Média total: 38,1 km/h. Obra! No seio do pelotão, o Dario manifestava um misto de perplexidade com elogio perante a intransigência do seu «instruendo»: «o Ricardo não sai da frente, tem nível 4 para hoje», comentava a um parceiro que parecia cético sobre a intensidade do exercício. Mas o «técnico» esclareceu: «sim, é a nível 4 que ele vai!». A confirmar-se, que resistência!

Chega a Espinheira, e a primeira dificuldade do relevo. Curta, mas quase sempre fortemente atacada... E a regra confirmou-se. No alto, primeiro corte no pelotão, que não demorou a ser fechado. Ultrapassado, sim, mas com marcas que ficam! Para mim, nos metros finais da rampa, o pico de pulso do dia: 182 bpm, e o ritmo embalava, finalmente com outros protagonistas. Até Alenquer e Carregado (onde se registou uma queda de dois elementos devido ao piso molhado numa rotunda, felizmente sem consequência maiores), assomaram-se à dianteira os Roda28 e o Duarte, entre outros que ajudaram a estabelecer uma média de 40,5 km/h desde a Espinheira. Total: 38 km/h!!

Após o Carregado, mais dificuldades. Suave ascensão para Arruda, onde os «principais» começaram a posicionar-se. O Torpes toma a iniciativa à frente do já encurtado grupo (cerca de 20 unidades), mas foi rapidamente rendido por um Roda28, que parecia ter missão específica: forçar o andamento nas partes em subida. Em consequência, o nível de exigência subiu, ainda que a patamar (para mim) suportável.

Após Arruda, então, as cartadas decisivas. O Mata-a-Velha lança-se a caminho do cimo de A-do-Barriga, motivando a primeira grande reação do pelotão após a Espinheira – mas agora já com uma triagem muito mais fina. Começo a vacilar sem surpresa. Mas alguns companheiros Pinas (Nuno Mendes, Bruno de Alverca, Gonçalo) que passam por mim encorajam-me a seguir-lhes a roda, e à passagem pelo cruzamento de Vila Franca (ponto baixo, após a primeira subida) recolo e com a embalagem passo direto...
 
Era tempo de gastar as forças que me restavam – que desde logo se confirmaram fracas e pouco duradouras. No topo de A-do-Barriga, ataca detrás o Capela e fico novamente (e perecendo definitivamente) descolado. Repetem-se os incentivos. Voltou a entrar. E a passar novamente para a frente no início da descida de A-dos-Melros para Alverca. Agora mobilizo o Gonçalo. Inclusive, puxo por ele! Descemos à média de 50 km/h – pulso a 170. O grupo de não mais de 15 unidades esticado atrás de nós. O meu depósito quase na reserva. Mas não desarmo no objetivo final: não deixar o andamento baixar até à entrada do Cabeço da Rosa, onde o Torpes poderia jogar o seu trunfo de trepador.

No entanto, descoordenação ou mal-entendido! Na estrada da Proverba, já em ligação à subida, deparo-me destacado, na companhia de um Duro, dos poucos que resistiam (creio que, além deste, apenas o medalhado Vaqueirinho - no Granfondo Gerês - e o Nuno TDI). Aquele lança-me o repto para insistirmos na ação. Nem lhe respondo (por ser tão óbvio para mim...). Mas o próprio também não estava muito melhor, como se conformaria no C. da Rosa, onde o último a passar por mim...

Retomando: deparo-me, então, destacado, com o grupo principal a cerca de 50 metros e liderado pelo... Ricky! Não era suposto... Enfim, agora não havia volta a dar, senão ir até onde desse. Que foi logo a primeira rampa do Cabeço, a mais rude, quando por mim passa o Mata-a-Velha em grande andamento. Mas não demorou muito tempo para ter resposta de um quarteto, composto pelo André, Tiago Silva [creio], um Roda28 [seria para este o trabalho do seu companheiro em Arruda] e o Torpes, e que na última vez em que tive contacto visual (à saída do viaduto) já era liderado pelo homem-forte da Pina Bike, também ele consagrado no Gerês. O que se passou depois, bom, fica para quem lá esteve contar. O topo do Cabeço da Rosa foi mais do que suficiente para mim naquele dia!

A todos, até 15 de setembro, na Clássica dos Campeões! Com o seu percurso para... «campeões»!

Esta semana, a volta é a de Nossa Sra. da Ajuda, ótima para trepadores, com A-dos-Melros, Mata, «muro» da Sra. da Ajuda, Tesoureira e Ribas no cardápio. Tão-só 80 km, mas certamente q.b. Início por Frielas-Unhos-Sacavém. Hora de partida 8h30. Epá, e com atenção, pelo menos, a 5 minutinhos de tolerância!

terça-feira, julho 23, 2013

Domingo: Clássica do Cartaxo


No último domingo realizou-se a volta de Sintra – Lagoa Azul. Por imperativos familiares não pude acompanhar os participantes, mas não fossem aqueles teria tentado integrar o grupo o mais tempo que me fosse possível, dadas os condicionalismos naturais após um período de longa inatividade (cerca de um mês). No entanto, não posso deixar de apontar que, uma vez comparecendo no ponto de encontro habitual apenas 1 minuto após o horário de partida (8h30), deparo-me apenas com o Pina e o Salvador (a tomarem tranquilo café), depois de terem  perdido o comboio que, demonstrava-se assim, saíra claramente antes do tempo. Mais: poucos minutos volvidos, também o Hugo Arraiolos e o Gonçalo chegavam e sem «composição» para integrar rumo ao destino de Sintra.

Não se compreende a atitude: cinco minutos, no mínimo, são uma tolerância razoável, que permite não deixar apeados alguns que, por um atraso qualquer (e a que ninguém está imune), chegam um pouco mais tarde a Loures.

Feito o reparo, adivinho que a jornada serrana tenha sido agradável. Pelo menos para alguns que deram provas de boa forma. Como é o caso do camarada Carlos Cunha, cujo registo do Strava bisbilhotei no dia seguinte, no Facebook. Desde logo, a atentar no tempo de subida da Lagoa Azul. Não sei se a fundo se não, mas foi praticamente idêntico ao melhor que já consegui naquele exigente troço (no já longuínquo ano de 2009).

Para a semana, Clássica do Cartaxo, uma das mais apetecíveis da nossa temporada. O percurso é o seguinte (clicar para ver) e a partida é às 8h00. Bom, comprometo-me a chegar a horas, mas já não garanto aguentar o ritmo do pelotão a totalidade do percurso. Irei... até onde puder! Os nossos camaradas dos Duros do Pedal irão estar presentes, pois isso devemos homenageá-los com uma adesão dos nossos a condizer com a sua assiduidade.
Até lá, bons treinos         

quarta-feira, julho 17, 2013

Domingo: Sintra-Lagoa Azul

A volta do próximo domingo é a de Sintra, com a já célebre subida da Lagoa Azul. O percurso é excelente, logo hajam (boas) pernas! Não deverão ser as minhas, infelizmente, que venho de um mês inteirinho de «preguicite aguda». Mas estou curado! E em breve, certamente, estas andanças serranas não me farão recear... o empeno.
Mas, no domingo, lá estarei, em Loures, pelo menos à partida...
Porque já vai atrasada a preparação para o Granfondo Skyroad da Lousã!   

sábado, julho 13, 2013

Domingo: Cartaxo-Aveiras-Ota

A volta do próximo domingo é Cartaxo-Aveiras-Ota

sexta-feira, junho 28, 2013

Domingo: Alenquer (Alto de Perrotes)

A volta do próximo domingo é a Alenquer, Alto de Perrotes. O percurso é o seguinte.
Ponto de encontro e horas: Posto de abastecimento da BP, em Loures, às 8h30

sexta-feira, junho 21, 2013

Domingo: Gradil

A volta do próximo domingo é a do Gradil. Eis o percurso

quarta-feira, junho 05, 2013

Domingo, Belas, o último teste para o Grandfondo do Gerês

O último apuro de forma para quem vai participar no Grandfondo do Gerês, no dia 16, é no domingo, a Volta de Belas. O percurso é o seguinte

segunda-feira, maio 27, 2013

António Prates no terceiro lugar no Nacional de contra-relógio

O nosso camarada António «Rodinhas» Prates foi terceiro classificado no Nacional de Contra-Relógio de Masters 50, disputado no último domingo. O novo «medalha de bronze» português da sua categoria fez mais 45 segundos do que o vencedor, José Ferreira, nos 7,1 km do percurso.
Uma proeza que merece todo o destaque! Parabéns!


 

quinta-feira, maio 16, 2013

Supertrepadores!

No domingo, SUPERTREPADORES.

Partida de Loures, às 8h00

terça-feira, maio 14, 2013

Crónica da Marginal-Penina


Na volta da Marginal-Penina tudo me pareceu difícil, feito com sacrifício. Difícil, por aquilo que o meu mau estado físico não me permitiu fazer, e por o que vi outros muito fazer. Desde o início que as más sensações (dores musculares) me assolaram a um nível que não estava à espera depois do aquecimento, a partir de casa, e mantendo-se arreliadoramente até perto do final e levando-me a ter de largar o grupo em Pêro Pinheiro, com pouco mais de 3h00 desde Loures (quase 4h00 no meu total).
 
Logo nos primeiros quilómetros, desde que o Gonçalo passou a imprimir um bom ritmo na subida de Frielas, as dores nas pernas fizeram-se sentir, num forte incómodo. De resto, o andamento, sempre bastante vivo, imposto pela maioria dos elementos do pequeno grupo, em nada me favoreceu. De tal modo que, durante todo o percurso, entre a meia dúzia que compareceu, ter sido eu o ÚNICO a não passar pela frente!! Assumo, não consegui!
Os restantes tiveram um desempenho impressionante (ainda mais, porque, tudo me pareceu difícil, reforço): o Jorge como ainda não tinha visto esta temporada (e com ele partilho alguns sábados bem musculados), o Gonçalo muito forte a rolar, e mais ainda o Bruno Felizardo neste terreno. O Bruno de Alverca também deu o seu contributo mas pareceu ressentir-se do esforço na subida da Penina. O homem do «jersey» da Orica Greenedge (Veloso?) também bastante interventivo e a disputar aquela subida, a maior do trajeto, com o Jorge. E ainda o Gil, mas, pelos vistos, ainda estava pior do que eu, cedendo algures na Malveira da Serra.

Os demais conduziram o míni pelotão a uma média que, em Cascais, fixava-se em impressionantes 38 km/h, com Frielas, Sacavém, Parque das Nações, Av. Infante D. Henrique pela zona ribeirinha de Lisboa até Algés, e toda a Marginal e  estrada do Guincho. E apesar dos semáforos terem jogado contra (a média, e a meu favor...). O meu sacrifício crescia em uníssono com o espanto perante o rendimento dos meus companheiros de jornada, e ainda mais a partir da entrada na estrada do Guincho, de frente com uma ventania de que não há memória...

Felizmente, a subida da Malveira da Serra, também batida a vento, foi tranquila (as condições climatéricas também o desaconselhavam) e permitiu-me chegar com o grupo ao sopé da Penina (cruzamento do Cabo da Roca). No entanto, sem surpresa, logo que a subida se iniciou tive de meter um andamento de poupança. Constrangedor, mas nestes dias...

O Jorge e o «Greenedge» ganharam rapidamente vantagem, que foram reforçando ao longo da subida, seguidos pelo Gonçalo, e este pelo Felizardo. Depois eu, e por último o Bruno de Alverca. A meio da subida, num derradeiro assomo contra as dores limitadoras, decidi forçar até ao alto, ultrapassando o Felizardo e o Gonçalo, e chegando praticamente na roda do duo da frente. Mas foi mais com a cabeça (e o coração!) do que as pernas...

Lá em cima, e nos quilómetros que se seguiram até ao centro de Sintra, temi o empeno. Felizmente, não sucedeu. Para isso, contei, digamos, com um golpe de sorte e uma decisão sensata –encontrar o Luís Hernandez à saída do Lourel, com quem preferi ficar, quando, em Pero Pinheiro, os restantes imprimiram «outro» ritmo... Segui, então, tranquilamente em amena cavaqueira com o primo do Renato e fiz a ligação a Alverca por Lousa, Vale de S. Gião e Bucelas, deixando-o perto de sua casa (Fanhões). Foi uma decisão providencial, porque, como disse no início desta crónica, adotei o andamento mais conveniente para o meu estado nesse dia, acabando mesmo por ter as melhores sensações a partir das 4h30 das 5h15 totais.

Quando terminei a descida do Cabeço da Rosa, cruzei-me com o Jorge, que estava a iniciá-la para chegar a casa. Deixou escapar uma expressão de espanto ao ver-me. Já não esperava, ainda mais naquela direção, àquela hora...                 

sexta-feira, maio 10, 2013

4ª Clássica da Serra da Estrela - o percurso!

Veja o pecurso e todas as informações sobre a Clássica da Serra da Estrela de 2013, a realizar no próximo dia 26 de Maio, em www.classicaserradaestrela.blogspot.com

Entretanto, até lá, ainda temos dois domingos para cumprir. O próximo com a volta da MARGINAL/PENINA, e no seguinte, dia 19, a fantástica SUPERTREPADORES, o último teste (e que teste!) antes do ataque à Torre! Marquem nas vossas agendas!

quarta-feira, maio 08, 2013

Crónica do Barril e... no domingo: Marginal-Penina


A volta do Barril, realizada no passado fim de semana, é daquelas que não engana. Um percurso que inclui a saída de Loures para Lousa até à Venda do Pinheiro, Mafra por Alcainça, e regresso por S. Pedro da Cadeira, Encarnação, Picanceira, Gradil e finalmente Vila Franca do Rosário, impõe um nível de exigência e seletividade elevado. Foi precisamente o que se confirmou, mesmo que o andamento não tivesse sido «inflacionado», à exceção de alguns pontos-quentes.

O primeiro foi a subida para a Venda, após um arranque tranquilo de Loures a caminho de Guerreiros. Os 1,2 km a 6,5% daquela ascensão percorridos a «top», com um registo ótimo a rondar 3.30 minutos – que, no meu caso, implicou um regime cardíaco médio de 170 ppm. O Paulo Bike (triatlo) agitou as águas, o Gonçalo correspondeu, mas foi o André a acertar o passo pesado até ao topo. Aí, sem surpresas, assistiu-se à primeira desagregação do bem composto pelotão.

Mas, sem paragens, apenas com abrandamento do ritmo, o grupo estava novamente reunido à passagem pela Malveira, antes de descer a boa velocidade em direção a Alcainça, para voltar a subir a ritmo certo e moderado até à rotunda da Abrunheira – mas que não impediu que o pelotão chegasse mais uma vez desmembrado.

De tal modo que, alguns quilómetros adiante e deixando Mafra para trás, em Santo Isidoro só restava na dianteira um pequeno grupo: eu, o André, os Brunos (Alverca e Felizardo), o António Prates (Vialonga), o Gil e o Tiago. A ligação a Ribamar, a Casais de S. Lourenço, Barris e S. Pedro da Cadeira fez-se a bom ritmo, numa zona costeira sempre exposta ao vento (apenas com um ligeiro compasso de espera devido a um percalço mecânico). Neste troço, o Felizardo (que até aí envolveu-se em constante picardia com o António) destacou-se algumas dezenas de metros, mas ainda antes do Barril preferiu não insistir na sua ação. Também o André e o Bruno de Alverca trabalharam bem nesta altura.

Chegava-se então a S. Pedro da Cadeira e a Encarnação, e aí as coisas tornaram-se mais intensas. Primeiro, com a chegada de rompante do Paulo Bike, de trás, após longa perseguição em solitário. Mas também de um grupo, com o Pina, o Torpes e o Filipe Arraiolos, entre outros, mas apenas este último passou a integrar o nosso após a «lançada» subida da Encarnação, com meu contributo maior.

Após esta, rápida descida e eis a Picanceira, eu novamente a meter o andamento. Após o casario já éramos apenas um trio, comigo, o Arraiolos e o André, que me rendeu até ao topo da Barreiralva, sem aliviar... Lá em cima, 12m30 a 26 km/h – apenas mais 30 segundos do que o meu melhor registo nessa subida, e apesar de o último topo feito, agora, de forma «tranquila». Boa subida! Na ligação à Murgueira, o António Prates reentrou, demonstrando mais uma vez a sua boa forma, às vésperas da participação no campeonato nacional. [Onde espero que seja feliz, tal como os restantes nossos conhecidos Masters].

A partir da Murgueira, o Gradil e a subida final de Vila Franca do Rosário foram bastante mais moderadas, assistindo-se à reentrada do Bruno de Alverca antes da chegada à Malveira, onde também o Felizardo o fez. Dois bravos, bastante combativos, que ilustram o espírito de superação e de coragem de encarar o desporto. Têm sido parceiros assíduos nas andanças domingueiras, e para mim, além do prazer a sua companhia/simpatia, são referências e exemplos a destacar!
NOTAS:
No próximo domingo, a volta é aliciante: Marginal/Penina – quase uma Clássica! Fica desde já o percurso.

Na sexta-feira, a apresentação oficial da Clássica da Serra da Estrela marcada para o dia 26 de Maio. Notícia aqui, todas as informações úteis em classicaserradaestrela.blogspot.com                   

quinta-feira, maio 02, 2013

Domingo: Barril

A volta do próximo domingo, dia 5, é a do Barril. O percurso é o seguinte.

sábado, abril 27, 2013

Domingo: Sto. Estevão (sentido inverso)

A volta de amanhã, domingo, dia 28, é a de Sto. Estevão, mas no sentido inverso ao tradicional. Ou seja, no Porto Alto em frente até à rotunda do Infantado, e aí duplamente à esquerda para a estrada da lezíria (Sto. Estevão) até Benavente, regressando então ao Porto Alto. 

terça-feira, abril 23, 2013

Dia 25 de Abril: Clássica de Montejunto dos «Duros»

Quinta-feira, dia 25, realiza-se a Clássica de Montejunto dos nossos camaradas Duros do Pedal. A saída de Loures é às 8h30 em «ponto», hora a que aquele grupo estima passar pelo local(bombas da BP), para a concentração, seguindo depois. O percurso é o tradicional para Vila Verde dos Francos e pode ser consultado no blog dos Duros do Pedal.

Entretanto, trabalha-se para a crónica da edição 2013 do Roteiro dos Muros. Mais uma vez, jornada espetacular!

sexta-feira, abril 19, 2013

Domingo: Roteiro dos Muros - 8h00!


No próximo domingo, mais uma edição do já célebre Roteiro dos Muros, com as suas 13 terríveis subidas e uma distância de aproximadamente 100 km.

Esta é, por excelência, uma prova de superação, extremamente exigente. Neste tipo de revelo, ora se sobe (e de forma geralmente abrupta) ou se desce... da mesma maneira. A todos os participantes ressalva-se a importância de adequar o ritmo às suas capacidades, numa auto-avaliação meticulosa e contínua. Não é, de todo, garantido que as boas sensações que se poderá ter durante uma boa parte do percurso (por vezes até mais de meio...) perdurem até final. A qualquer momento tudo poderá mudar! Principalmente após o terrível «muro» da Choutaria, a oitava subida... e ainda faltará tanto para superar. É assim que costuma acontecer! Este Roteiro tem um antes e um depois da Choutaria. Quem ficar «no vermelho» após esta ascensão, enfrentará certamente muitas dificuldades em concluir a volta – que é o seu maior desafio. Pela tradição, há uma certeza: poucos ou nenhuns saem deste roteiro sem a sua «marca».

Como é tradicional, esta é um evento caracterizado pela entreajuda, o incentivo. Durante o maior número de subidas deve respeitar-se neutralizações no alto para reagrupamento de eventuais retardatários. De qualquer modo, igualmente a estes se pede que tenham noção que não podem «atrasar» demasiado e sistematicamente os demais, bem como o normal desenrolar da jornada. A todos, pede-se a consciência que, a qualquer momento, poderão ter de abdicar e seguir em auto-suficiência, ou até, naturalmente, optar por não prosseguir.

Por outro lado, recomenda-se o conhecimento perfeito do percurso, porque, também pela tradição, naquela falta, muitos participantes (que adotem um ritmo diferente do grupo principal) acabam por não cumpri-lo na íntegra, devido a «saltarem» uma ou outra subida. 

O Roteiro dos Muros tem a sua mística muito especial - iremos respeitá-la e perpetuá-la!

ATENÇÃO: partida das bombas da BP, em Loures, às 8h00
O percurso tem 98 km e 13 célebres subidas curtas mas árduas. Para se irem riscando. Aqui fica a lista:
1ª Serra da Alrota
2ª Bucelas (antenas)
3ª Santiago dos Velhos
4ª N. Sra. da Ajuda (Contradinha)
5ª S. Quintino
6ª Casais de S. Quintino
7ª Molhados (Sapataria)
8ª Charneca
9ª Choutaria
10ª Alto da Urzeira
11ª Monte Gordo
12ª Salemas
13ª Ribas de Baixo (Fanhões)

quinta-feira, abril 18, 2013

Crónica de Manique


Quem considera que a recente Clássica de Évora teve um nível elevado - e terá toda a razão! - deveria ter participado na volta «normalíssima» do último domingo, de Manique do Intendente, em que o grau de dificuldade que lhe foi imposto, se não superou o da clássica alentejana, certamente não lhe foi inferior. Para que não subsistam dúvidas - aos ausentes, porque os presentes sentiram-no nas pernas -, bastará o referencial da famigerada média: em 110 km, entre Loures e Alverca (passagem no regresso) estabeleceu-se 37 km/h! Mais: numa distância em que o desnível acumulado é ligeiramente superior ao dos 137 km da Clássica de Évora, e com um grupo que era a quarta parte do que fez a ligação a esta cidade no passado dia 7. Os motivos explicam-se a seguir.

À partida de Loures eram pouco mais de dez elementos. Início a ritmo vivo, de aquecimento musculado, marcado por mim e pelo André. Parceria que se manteve até Alverca, onde não se demorou muito mais tempo a chegar do que na semana anterior, na Clássica eborense. Mote para bom andamento, embora sem que se perspetivasse tão acelerado como quando entraram ao serviço o Capela (integrou-se na variante) e o Carlos Cunha (já em Alverca), que deixaram bem evidente o excelente momento de forma. Ambos monopolizaram, desde meados da ligação a Vila Franca, os esforços na condução do grupo, impondo um ritmo bastante forte e praticamente sem momentos de relaxe. A espaços tiveram colaboração (à altura, diga-se), dos mais disponíveis - André, os Brunos (Felizardo e Alverca), do Jorge, do Carlos Santos, do António (Rodinhas), a minha -, contribuindo para nivelar, bem alta, a velocidade de cruzeiro. De resto, entre o pequeno pelotão encontrava-se ainda o Capitão, o Nuno Garcia, o Gonçalo e o Tiago, entre outros, mantendo-se em número pelo menos até ao carrossel da Espinheira, transposto sob a ditadura implacável dos dois Masters de Alverca, causadora das primeiras vítimas.

De ressalvar, que o revezamento e a cooperação entre ambos nesta tirada denotaram companheirismo e espírito de equipa (de que efetivamente fazem parte), que a reproduzir-se nas competições em que participam ser-lhes-ia naturalmente vantajoso. Aliás, ficou ainda bem patente o aproveitamento desta saída de grupo para testarem as suas capacidades, certamente a pensar nos compromissos competitivos. Reforço: estão muito bem!

A sua «autoridade» nesta volta nunca foi abalada, nem na passagem pela fase nevrálgica do percurso, o troço acidentado entre Manique e Maçussa, que inclui as duas principais dificuldade do relevo do trajeto. Ambos, impuseram o ritmo, experimentaram acelerações e obrigaram sempre os restantes a esforçarem-se. Nos dois topos, acima de tudo no mais íngreme, da Maçussa, o nível de intensidade que ambos exerceram atingiu o auge da jornada, resistindo apenas o André, o Jorge e eu (embora descaindo ligeiramente). E também o jovem Tiago, que «largou» na parte final da subida mas foi a tempo de recuperar na ligação a Pontével. Todavia, os demais não se atrasaram demasiado, reentrando logo que à frente se aliviaram os crenques.

Nota para o empertigamento do Gonçalo (está em boa forma) na aproximação a Manique e do Bruno Felizardo no início do «muro» da Maçussa, onde o Tiago entrou bem, chegou a adiantar-se mas foi traído pela dureza da rampa.

Após demorada neutralização em Pontével, para aguardar pelo Capitão, que acabou por não chegar..., voltou-se ao mesmo figurino - o Cunha e o Capela a colocarem o «cruise control» quase sempre a tocar os 40 km/h, até ao Carregado com generosa colaboração através de numeroso revezamento, mas a partir daí, com o acumular dos quilómetros e do desgaste, continuou a ser eles a passar mais amiúde pela frente. Entre os mais desgastados, eu! Incomodadíssimo com uma forte dor no pescoço (sem mudança de regulações da bicicleta atribuo-a à tensão causada pelo esforço), e ainda com o depósito a entrar na reserva, numa fase em que já ultrapassava as 4h30 de esforço (para o objetivo de fazer 5h00 foi intensidade a mais), decidi abdicar na aproximação a Vila Franca (zona do novo hospital), seguindo em ritmo de passeio até Alverca (a partir de Alhandra na companhia do Jony, que se juntara a nós antes da Azambuja e apesar de acusar a falta de treino, ainda foi a tempo de fazer valer a sua lei no tradicional sprint para a cidade dos touros e dos toureiros). A malta seguiu endiabrada! Pelo menos até Alverca.
Aqui, para mim, 5h00 e 160 km. E... um «ligeiro» empeno.

No domingo... «grande»: Roteiro dos Muros! Toda  a Informação será publicada amanhã.   

sexta-feira, abril 12, 2013

Domingo: Manique do Intendente

Uma semana depois da fantástica Clássica de Évora, regressamos às lides «internas» com a volta de Manique do Intendente, num percurso maioritariamente acessível, embora com algumas passagens mais complicadas como a Espinheira e o «muro» da Maçussa. Além destas, a distância também é significativa (127 km).
O trajeto é o seguinte.
Prevêm-se as as seguintes neutralizações para reagrupamento (que devem ser respeitadas!)
- Alcoentre (após a Espinheira)
- Pontével (depois do «muro» da Maçussa)

NOTA: a data da Clássica da Serra da Estrela deverá ter de ser alterada para o fim-de-semana anterior (dia 26 de maio em vez de 2 de junho), em virtude da realização de uma prova de automobilismo na vertente da Cavilhã. Mais informações em breve, tal como a apresentação do percurso da edição de 2013.
 

terça-feira, abril 09, 2013

Clássica de Évora: a crónica


Não foi o maior, mas, sem dúvida, o melhor pelotão que alguma vez esteve na Clássica de Évora. Os números são esclarecedores: os 136,4 km foram percorridos à velocidade média recorde de 39,7 km/h, a irrisória distância da fasquia de 40 km/h que tinha ficado «prometida» desde o jantar de confraternização de fim de ano e fora reiterada na véspera, nas redes sociais, por um dos ciclistas que mais iria contribuir para estabelecer essa marca: o Renato Hernandez. Mas mesmo para ele não seria façanha fácil sem colaboração, e o homem do Infantado teve-a, ao seu melhor nível. Veio de alguns dos mais renomados ases da bicicleta da nossa região, de diferentes paragens e envergando camisolas distintas, que possibilitaram aos demais – em que me incluo - uma experiência de ciclismo única, invulgar – para a maioria inédita – de fazer uma distância tão grande a um ritmo tão «profissional».

A saída de Loures foi desde logo a grande velocidade, cumprindo-se até Alverca a média de 37 km/h, com os elementos fortes do grupo Pina Bike a liderarem: Hernandez, Ricardo Gonçalves, Rui Torpes (elementos «fortes» do Pina Bike), a que se juntou o André (livre da pressão de não ir até ao final...). Até Vila Franca, o andamento não baixou e após o «pavé», a travessia da ponte marcou o primeiro grande momento de intensidade. Tal como na Clássica de Santarém, a ascensão fez-se a roçar os 40 km/h e a descida a mais de 55 km/h, deixando prever uma passagem difícil pela reta do Cabo. Tal não se confirmou, principalmente pela ausência de vento, que foi um dos fatores positivos desta edição – e que também muito terá contribuído para a alta média final.

Em seguida, em campo aberto, pela vasta lezíria do Infantado até Vendas Novas, outros passaram pela frente, disponibilizando os seus préstimos, como o Duarte Salvaterra e o João Aldeano, que iniciava por estas bandas uma exibição de grande nível, bem coadjuvado por alguns companheiros do Ciclismo 2640, como o João Rodrigues. Nos primeiros postos, além da já referida elite do Pina Bike, também estiveram quase sempre o Vítor Mata a Velha (Pássaros), o Filipe Arraiolos e um ou outro elemento do Roda 28.

Em Vendas Novas, depois de ultrapassada a primeira metade do percurso, a média está estava muito próxima dos 40 km/h e com uma evidente particularidade: o pelotão mantinha-se coeso, sem desgaste aparente para quem seguia no seu seio, desde que bem protegido. Mas uma vez entrada a fase mais irregular do traçado, o regime cardíaco, até aí linearmente a valores aeróbios (Vila Franca foi exceção), elevou-se um patamar para corresponder à intensidade que as locomotivas de serviço continuavam a imprimir.

Após mais 30 km neste registo de velocidade de cruzeiro, do tipo TGV, sem especiais oscilações, deparávamo-nos perante a primeira, talvez a maior, dificuldade do trajeto: a subida de Montemor. Os «principais» assomaram-se à dianteira mas não trouxeram nada de novo, apenas a continuidade do ritmo elevado. Sem acelerações brutais, foi a inclinação e a velocidade (30 km/h) que fizeram a dificuldade nesta transição que, como é tradicional, causou inevitáveis baixas no pelotão. Algumas definitivas, outras temporárias, pois houve quem conseguisse reentrar, à custa de muito esforço, mas que os quilómetros subsequentes, com alteração do figurino, agora com um andamento muito mais instável, agravariam ao ponto de quebrar a resistência.

Foi, então, que começaram as mudanças súbitas de ritmo, os ataques, as tentativas que causar uma cissão no já selecionado grupo da frente – não mais de 15/20 unidades. Todavia, todas as iniciativas invariavelmente condenadas ao malogro. Não seriam autorizados aventureirismos. Alguns dos golpes partiram do Pedro Capela, mas também o Torpes, o Aldeano e o Mata a Velha experimentaram, pelo menos uma vez, tomar o pulso aos restantes. A resposta foi sempre à altura.

A cerca de 15 km de Évora, restam duas elevações mais pronunciadas que, quando bem atacadas, elevam o grau de dificuldade, causando mossa a quem vier com energias contadas. Depois de ter vindo sempre protegido – após uma semana de retoma dos treinos, precedida de duas de quase inatividade receava a falta de ritmo e de capacidade para tão altas cavalgadas, o que no conforto do grande grupo não se confirmaram, tendo sido, para mim, apesar do contrassenso com a média alucinante, uma das mais confortáveis edições desta clássica -, decidi finalmente dar o meu contributo à contenda, aumentando o ritmo nesses dois topos consecutivos. No entanto, quando o fiz rapidamente apercebi-me que havia escassez de carburante nos músculos e no penoso final do segundo topo fiquei à mercê das acelerações que surgissem de trás. Dito e feito, perante o forte esticão, previsível que sucedesse, fui ultrapassado por todos, ao ponto de perder a cauda do grupo, onde fiquei, descaído, na companhia do Hernandez (desgastado ou não nos seus dias!) e do Pedro Vieira. Todavia, não esmorecemos e, em colaboração, reentrámos passado um ou dois quilómetros, ainda a tempo de assistir ao sprint final (desde esse topo ao final cumpriu-se 45 km/h de média!) para a chegada, junto do Evorahotel, onde o experiente e explosivo Mário Fernandes (2640) impõe a sua classe ao Rui Torpes e a mais uns poucos que se fizeram ao aceso despique. No final, o coletivo mafrense parecia comemorar, e tinha plenos motivos, tal como todos os outros que partilharam o asfalto desta fantástica clássica primaveril. Para 2014, ultrapassar a fasquia dos 40 km/h!  

Destaque para as presenças, entre o grupo principal, de outros «Pinas»: Evaristo (o «Fraquinho» não facilita e ainda teve forças para lançar o último quilómetro!), Bruno Felizardo (forte e no seu terreno predileto), Gonçalo (que anda a fazer o trabalho de casa) e do António (prova de veterania com fibra).

quinta-feira, abril 04, 2013

Clássica de Évora no domingo!


Tudo a postos para a Clássica de Évora, já no próximo domingo. Depois dos recordes de participação nas de Santarém e de Santa Cruz, não se fazem meças à adesão à Clássica alentejana, tradicionalmente a mais concorrida, verdadeira rainha da temporada.

O percurso (ver aqui) tem a distância de 135,6 km e é praticamente plano, atravessando o baixo Ribatejo até ao alto Alentejo. Talhado à medida de roladores fortes e possantes, e a sua distância longa não permite contemplações aos menos bem preparados.

O perfil altimétrico vai subindo gradualmente de Vila Franca a Évora, com alguns picos mais acentuados antes e depois de Montemor-o-Novo, nos últimos 30 km, tornando o final da tirada bem mais seletivo. Tanto mais que, nessa altura, o cansaço se vai acumulando. Como diz a velha máxima ciclista, «as dificuldades também se ditam pelo andamento», além de que, tradicionalmente, há que contar com um adversário adicional: o vento.

 
SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR

Pede-se a todos os ciclistas que cumprem escrupulosamente as regras de trânsito, como o respeito pela circulação mais próxima da berma possível, para facilitar a ultrapassagem dos veículos. E nunca ultrapassar o eixo central da faixa de rodagem.

Grande vantagem desta prova, em termos de segurança, é a (quase ou mesmo total) inexistência de cruzamentos durante o percurso. De qualquer modo, deve impor-se, sempre, a máxima precaução em rotundas ou noutros locais em que o convívio com os demais agentes rodoviários se afigure mais complicada.

De acordo com o conceito destes eventos (Clássicas), não há paragens ou neutralizações obrigatórias previstas. Todavia, não querer dizer que não se pare, como, aliás, sucede quase sempre, em casos de força maior: furo, avaria ou para satisfazer necessidades fisiológicas – em que o pelotão para em bloco, tal como volta a partir.

Em todas as situações, pede-se, uma vez mais, para não se promoverem saídas antecipadas, à socapa, ou desrespeitar eventuais paragens coletivas. E que os ciclistas respeitem o local e a hora de partida.

 
À ATENÇÃO DOS ACOMPANHANTES

Pede-se a todos os participantes que levem acompanhantes ou/e apoio de automóvel, que solicitem aos seus condutores para que não sigam em caravana atrás do pelotão. Estas filas são causadoras de congestionamentos de trânsito que se pretendem evitar, e que podem gerar problemas com as autoridades. Pede-se, pois, que os veículos acompanhantes deixem distância suficiente para o pelotão, para permitir que os restantes utilizadores da via possam ultrapassá-los.

 
LOCAL DE PARTIDA

Devido ao elevado número de participantes, o local de partida da Clássica de Évora será, como nos últimos três anos, no INFANTADO (LOURES), no PARQUE DE ESTACIONAMENTO junto à AV. DAS DESCOBERTAS.

 HORÁRIOS:

A partir das 7h15: concentração dos participantes
8h00: PARTIDA para a Clássica de Évora


ATENÇÃO: LOCAL DE CHEGADA

O local de chegada será o do ano passado, cerca de 800 metros mais adiante do que o que era habitual, em frente ao Pingo Doce (ver aqui a diferença). O final será praticamente em frente ao Évora Hotel, no topo de um falso plano ascendente que tem, por objetivo, tornar a chegada um pouco mais seletiva para evitar (ou pelo menos atenuar) o sprint do pelotão massivo, situação que acarreta sempre muitos riscos. Para melhor esclarecimento mais preciso do novo local de chegada, aponta-se para a passadeira de peões que se segue imediatamente ao cruzamento (do lado esquerdo da via, faixa oposta – e que, refira-se, será por onde se fará, após o final, o acesso às piscinas, para os banhos (ver informação a seguir).

 BANHOS E ALMOÇO CONVÍVIO

No final, serão disponibilizados banhos no complexo de PISCINAS MUNICIPAIS DE ÉVORA (ver trajeto desde o local da chegada, que é muito próximo!). O preço, por pessoa, é de 1,35 €. O procedimento será semelhante ao do ano passado: chega-se, dirigimo-nos à receção para efetuar o pagamento e só depois encaminhamo-nos para os balneários.

Depois, está a ser organizado, como habitualmente, um almoço-convívio. Os interessados devem assegurar, o quanto antes, a sua presença através de inscrição para a loja Pina Bike. Contacto: 21.982.0882