sexta-feira, dezembro 05, 2014

Domingo: Ota

A Volta deste domingo é da Ota (por Sacavém). O percurso é o seguinte

quinta-feira, novembro 20, 2014

Domingo: Lezíria do Tejo

A volta do próximo domingo é a da Lezíria do Tejo, com o seguinte percurso. Segue mais uma 'etapa' desta pré-temporada chuvosa, principalmente durante a semana e ao que os domingos têm escapado.
No último, na Volta de A-dos-Arcos, destaque para o numeroso pelotão, para o ritmo bastante adequado na maior parte do trajeto, apesar de as médias elevadas em plano desmentirem-no...
Na parte final, a partir dos Cadafais para Arruda, na ligação à subida de A-dos-Arcos, sobressaíram as diferenças de forma física - o seu estado e os objetivos nesta fase do ano -, levando a que um pequeno grupo se destacasse, definitivamente, logo nas primeiras rampas após os Cadafais, de um segundo que inicialmente contava com quase o mesmo número de elementos, mas que veio a desmembrar-se, apesar da moderação e da estabilidade do andamento. Mas, também, os da frente(pareceu) que não mantiveram a integridade original.    

sexta-feira, novembro 14, 2014

Domingo: Volta de A-dos-Arcos

A volta do próximo domingo é a de A-dos-Arcos, com um percurso que tem alterações em relação ao dos últimos anos. Resumidamente, em Azambuja (quando antes se invertia o sentido) segue-se em direção ao cruzamento de Aveiras, onde se vira à esquerda até essa vila, seguindo o traçado inverso ao da Volta da Ota até à rotunda. Daqui (3.ª saída) segue-se novamente em direção a Azambuja, onde se volta a tomar a EN3. A partir daqui (deste troço que é novo) o trajeto é igual.   

terça-feira, novembro 11, 2014

Jantar de final de temporada

No próximo dia 28, realiza-se o tradicional jantar-convívio de final de temporada do grupo Pina Bike.
Os interessados deverão inscrever-se na loja Pina Bike ou pelo telefone 219820882, para saber todas as informações (local, hora, preço)
Inscrições sujeitas a pagamento de sinal.

quarta-feira, novembro 05, 2014

Domingo: Sobral-Merceana-Alenquer-Sacavém

No próximo domingo, a Volta é de Sobral-Merceana-Alenquer-Sacavém, e tem um percurso que se insere no contexto de pré-temporada, ainda que, para alguns, se vislumbrem objetivos a curto prazo, como o sempre concorrido Tróia-Sagres, que, por tradição, é o mais importante evento de ciclismo de estrada do inverno - mas que, no próximo, anto terá a forte concorrência do estreante Algarve Granfondo.

Também para estes que entram precocemente na época, as tiradas domingueiras em grupo, mesmo nesta fase de 'defeso' em que é impossível que não  incluem picos de intensidade, como se verificou na última semana, poderão servir para 'aprontar' a longa jornada até ao Algarve, em meados de dezembro.

Regressando à Volta do próximo fim de semana, o início por Bucelas e a subida para o Forte do Alqueidão é importante para marcar a toada do andamento, que se pretende moderada, seguindo-se uma extensa secção em terreno plano até... Sacavém, onde se inicia a segunda dificuldade do relevo do dia, a subida para a Apelação, antes de descer para Loures.    

quinta-feira, outubro 30, 2014

Domingo: Camarnal

Depois da realização da Clássica Livramento-Óbidos, no passado domingo, no próximo (dia 2) arranca, definitivamente, a fase de defeso/pré-temporada de 2015, que culminará com o final do ano, para alguns, durante o mês de janeiro. 

Com isto, inicia-se, de acordo com o que é habitual no calendário de actividade do grupo Pinabike, um período em que as Voltas domingueiras são, na sua esmagadora maioria, em revelo (também maioritariamente) plano. 

O objectivo é, não só a adequação às recomendações de treino nesta fase (de interregno/moderação) da época, como também para promover o colectivismo e o espírito de coesão e camaradagem (convivência) que, no miolo da temporada, é mais difícil de implementar. 

Para tal, também por «tradição», sugere-se a retemperadora paragem intermédia para beber café e, principalmente, que o núcleo do grupo (os elementos mais assíduos; e a todos os interessados) que contribuam para preservar o andamento certo, não necessariamente de passeio, mas isento de cavalgadas e frenesim, em suma, das intensidade que, creio, todos concordarão, não se coadunam com esta fase do ano desportivo.

De qualquer modo, esta recomendação/sugestão/pedido em nada belisca a filosofia que preside às voltas domingueiras do nosso grupo: não há «imposições» ou regras, cada um está livre de impor ou seguir o ritmo que quiser.


No próximo domingo, então, a pré-temporada inicia-se com a Volta do Camarnal, um percurso recente nas nossas lides.  

Crónica do Campeonato do Mundo-2014. Perdão, do Livramento-Óbidos!


A edição de 2014 da Clássica Livramento-Óbidos, organizada pelo camarada Paulo Pais, foi mais um retumbante sucesso, ao reunir várias dezenas de participantes dispostos a contribuírem para uma jornada de sã convivência e momentos de intenso (e imenso!) ciclismo, honrando a denominação simpática por que está a ficar afamada, a de Campeonato do Mundo... As condições meteorológicas desde outono primaveril – ou quase estival... – também ajudaram e foi praticamente sem aquele habitual friozinho cortante matinal que o pelotão arrancou do Livramento em direção a Torres, cumprindo a regra que faz do conceito/filosofia deste evento ser tão peculiar: o andamento «certo», sem desvarios, até à paragem em Óbidos.

De qualquer modo, há andamento certo e... andamento certo. E há que... «metê-lo». Este ano, calhou-me (voluntariamente!) a mim e ao Mário (a partir de Torres, esclareça-se) e com mais intensidade do que nas mais recentes edições. Na primeira parte do percurso, este ano, média 35,8 km/h; em 2013, 33 km/h. E acrescente-se o fator peito ao vento, que, se a memória não me trai, no ano passado, para mim foi inexistente - ou quase. Mas, como disse, a (minha) iniciativa foi voluntária e, acima de tudo, motivada pelas boas sensações de final de temporada – ainda resquícios de forma trazidos do Skyroad da Lousã. Mas não há milagres, e a boa vontade implicou naturalmente desgaste, num terreno ascendente (ainda que suave) e muito aberto ao vento. De resto, reconheço que as sensações (boas) não refletiram a pulsação média algo elevada.

De qualquer modo, repito, não estive sozinho nessa «generosa» função. Acompanhou-me o Mário, que, analisando o desempenho coletivo do regresso (e mesmo excluindo o efeito retemperador da paragem de alguns minutos devido a queda no pelotão na aproximação ao Ameal), arrisco afirmar que foi o homem do dia! Justifico-o, desde logo, ao comparar a sua prestação como a minha, uma vez que, em Óbidos, tínhamos o mesmo nível de exposição ao desgaste: no final, a partir do Turcifal, eu entrei claramente na reserva, enquanto o novo reforço da equipa Pinabike ainda teve pilhas para integrar o grupo da dianteira e liderá-lo até à derradeira rampa. Para mim, o homem da Clássica! Mais uma vez, impressionante! Uma enorme promessa para 2015, mas também uma expectativa de ver como reage ao longo de uma época desgastante.

No entanto, e perdoem-me continuar «a puxar a brasa à (nossa) sardinha», estendo a homenagem à presença massiva de elementos Pinabike, que corresponderam não só ao compromisso/dever de representar um dos grupos domingueiros de maior nomeada da nossa região, mas, acima de tudo, de gratidão e honra à camaradagem, disponibilidade e simpatia de sempre do mentor desta Clássica, o insuperável PP. A todos eles (nós), uma vénia!

Voltando à estrada, eis o rescaldo do regresso, a parte «competitiva», a partir de Óbidos, em que desde logo o andamento foi «livre», e não só após o Bombarral (também contrariamente ao que tem sucedido em pretéritas edições - cuja mudança aplaude-se, embora tenha havido algum excesso de nervosismo, e não só durante este trajeto). Assim, média de 37 km/h contra apenas 32 em 2013, com diversos elementos empenhados em puxar pelo extenso e agora muito mais alongado pelotão. Todavia, foi com a entrada no falso plano ascendente para o Outeiro da Cabeça que se «libertaram os cavalos», embora sem a selvajaria dos piores anos. Foi, de resto, muito à imagem de 2013: andamento certo, sem ataques ou esticões. E com a média idêntica: 37,5 km/h.

Ao invés, na descida rapidíssima que se segue, começaram as movimentações, que animam a toada mas, naturalmente, condenadas, sem exceção, ao insucesso. No topo seguinte, um dos mais desabrigados deste troço até Torres, o andamento elevou-se uns bons furos, e uma solicitação mais forte para fechar um espaço fez-me atingir o pulso máximo do dia (185). Mas quando a contenda parecia definitivamente lançada, ocorre uma queda no meio do pelotão, devido a um furo (rebentamento), que motivou a indispensável paragem.

No reatamento, embora com o grande grupo fracionado pela saída a conta-gotas de alguns elementos, que se meteram ao caminho durante a neutralização, os momentos mais altos estavam reservados para a parte final do trajeto, a partir de Torres, como é habitual. O primeiro topo da Variante daquela cidade foi em ritmo progressivo, não «atacado» desde o início, deixando para o topo final e ligação a Catefica as maiores intensidades. Naquele, meti o andamento mas sem grande seletividade, por dois motivos: primeiro, o Freitas pediu-me para não forçar; segundo, as pernas já não estavam boas para fazê-lo... A seguir, na passagem pelos stands, o Mário rendeu-me e teve a mesma recomendação do Freitas. A este fez bem pedir!... O mesmo já não podia ao Duarte Salvaterra ou ao elemento do Movefree (azul), atacantes, à vez, na rampa final para Catefica, a obrigarem a cerrar fileiras nas suas rodas. A mim, o esforço de fechar espaço de alguns metros acabou-me com o resto...

Na ligação ao Turcifal e à rampa final do Livramento, apenas o corte no grupo da frente, com cerca de 10 unidades (5+5), como resultado, primeiro, de um forcing longo do João Silva e, depois, de mais uma iniciativa intensa do Duarte, e definitivamente, devido a outro ataque do Movefree. Eu e o Duarte ficámos no 2.º grupo; o Freitas e o Mário no 1.º. Na rampa final queimaram-se os últimos cartuchos. Por ter ficado à distância, não sei quem ganhou a camisola de Campeão do Mundo. Mas merece-a, certamente! Será que a partir do próximo ano haverá essa «graça», que propus ao PP?! – haver um jersey arco-íris para «defender» na edição seguinte. Tinha a sua... piada!

                 

                 

quarta-feira, outubro 22, 2014

Coróna da Clássica dos Campeões


A Clássica dos Campeões proporcionou um encerramento de temporada excelente. Permitiu reunir um pelotão respeitável, em número e protagonistas, promover a convivência na primeira fase do percurso e, após esta, viverem-se momentos de ciclismo fantásticos, ao nível dos melhores do ano!

De Loures a Vila Franca cumpriu-se o pré-estabelecido: andamento moderado para evitar «nervosismos» e eventuais cortes que impedissem que se celebrasse, com harmonia e em convívio, a última Clássica de 2014. Mais, esta toada acessível manteve-se até Alenquer. Naquele primeiro troço, sensivelmente até Vila Franca, o pelotão foi liderado principalmente pelo Rui Torpes, Ricardo Gonçalves e António Prates, e a partir daquela cidade, pela dupla inseparável, Freitas e Mário. Foi esta que levou o grande grupo até Alenquer, mas, na Variante, o Torpes passou para a frente para impos, pela primeira vez no dia, um andamento rijo, que culminou com a chegada fortíssima à rotunda do topo da Variante, causando os primeiros cortes mais «graves» no pelotão. Todavia, logo a seguir o Gonçalves parou na berma e fez-se um compasso de espera que permitiu o rápido reagrupamento.

Nessa circunstância, o Freitas e o Mário voltaram, sem hesitação, para a frente do pelotão, liderando com um ritmo muito bom (não excessivo; não leve - recomendável para manter uma toada consistente para o grande grupo) Fizeram-no até à entrada na Espinheira, onde comuniquei-lhes que os renderia na tarefa. No entanto, o Gonçalves antecipou-se e foi ele que impôs o andamento naquele «carrossel», estirando o pelotão e exigindo que se cerrassem fileiras nas rodas. No topo da Espinheira, a média total fixa-se em 32,5 km/h, a mesma que ficara estabelecida até Vila Franca.

Este foi apenas o mote para o que restava... Desde logo, na subida para o Cercal-Barriosa, as maiores intensidades da jornada, com o Torpes a abrir e o Mário a levar praticamente até ao alto, em mais um desempenho de grande nível que demonstrou que o rolador pode «surfar» também fora da sua «praia»: a planície.

Contudo, com o ritmo seletivo, a partir do topo desta curta subida, na frente ficou um grupo restrito formado pelos seguintes elementos (salvo erro ou omissão): eu, Torpes, André, João Santos, Bruno de Alverca, Pedro Pires, Tiago Branco e Carlos Santos (creio que o Gonçalves já não estava...). Mas, agora, ao contrário do que sucedera em Alenquer, não se parou mais... De tal modo, que desde ao alto desta subida até à viragem no cruzamento de Martim Joanes (N-115-1) – onde pouco depois se juntaram os Anicolor do Oeste liderados pelo camarada Paulo Pais -, a média disparou para 41 km/h, com revezamento coletivo na condução do grupo. Grande nível!

A partir daqui, e até já perto da Aldeia Grande, o trabalho passou a ser partilhado exclusivamente entre mim e o Bruno de Alverca, e desde aí fomos rendidos pela coluna do Anicolor até à entrada na subida da Ermegeira-Sarge. Os Anicolor estiveram muito bem e o andamento subiu ainda uns furos... Até ao início da subida média de 40 km/h. Nesta ascensão, 35 km/h até ao topo, com diversos ataques finais, tendo o André como um dos intervenientes. De qualquer modo, após a descida, nas rotundas de Torres, toda a gente reagrupada.

Seguiu-se para Runa, agora com o vento mais frontal, a recomendar (e a impor) moderação. De tal modo, que, nas imediações desta localidade, quando pretendia passar pela frente «vi-me» isolado, o que levou a que entrasse «nestas condições» na dura rampa à saída. Esta situação teve o condão de modificar definitivamente o «establishment», levando a que alguns elementos se lançassem, também isoladamente, na perseguição. O primeiro a chegar a mim foi o Tiago Branco, e logo a seguir o André, que passou direto, motivando o Tiago a tentar apanhar-lhe a roda. Mas não conseguiu... e foi com a minha contribuição que alcançámos o puto já a descer para a Ribaldeira, onde «parámos»... para respirar. No nosso encalço, finalmente o Torpes, com o Pedro Pires na roda, os primeiros a alcançar-nos. Pouco depois, também o Bruno de Alverca. Mas mais ninguém. Todos os restantes, ficaram definitivamente para trás. Foi, assim, uma espécie de despedida antecipada ao abnegado e coeso grupo do Anicolor, que certamente voltaremos a rever no próximo domingo, no imperdível Livramento-Óbidos (dia 26, com partida às 9h00).

Em Dois Portos, nas primeiras inclinações em direção ao Sobral decidi voltar à frente e levar até onde as pernas deixassem. No entanto, rapidamente percebi que não seria longe, ao sentir o quadríceps a prender. De qualquer modo, contrariei a dor e continuei até que à entrada da fase mais aguda da subida, quando o André mudou o andamento, e o Torpes a ser o único a seguir-lhe a roda. O Pedro ainda tentou mas ficou em posição intermédia (creio que não deveria ter insistido, aguardando por mim, e assim poderíamos cooperar). O Tiago e o Bruno estavam recuados. Os dois da frente, todavia, pareciam ter celebrado um pacto de não-agressão e (pareceu) por iniciativa do puto aliviaram o ritmo para que recolássemos – o que só aconteceu já depois do Sobral.

Na subida final para o Alqueidão, o Torpes entrou moderado mas enrijeceu progressivamente o ritmo, ao ponto de no último quilómetro voltar a ficar sozinho com o André. Sem dúvida os mais fortes. Desta vez, o Pedro deu-me a roda e, com a permissão daquele duo, conseguimos chegar em quarteto ao topo.  Após isto, tréguas! E a descida para Bucelas foi... a deslizar!

Grandíssima Clássica!         

quarta-feira, outubro 15, 2014

Domingo: encerramento da época com Clássica dos Campeões


No próximo domingo, para encerrar a temporada de 2014 (do grupo Pinabike, porque na semana seguinte ainda há o muito especial Livramento-Óbidos do nosso grande comparsa Paulo Pais – que mais uma vez lançou um convite generalizado!), realiza-se a Clássica dos Campeões, que, mais do que as últimas cavalgadas de elevado nível esta época velocipédica, pretende-se que promova o convívio de consagração de um mais um ano recheado de desafios, animadas voltas domingueiras, emocionantes Clássicas e Granfondos carregados de fortíssimas sensações.

O percurso é idêntico ao de 2013, e apresenta-se equilibrado, com uma primeira fase longa totalmente plana, de Loures à Ota; depois um ondulado na passagem pela Espinheira até ao Vilar; a seguir uma ligação novamente mais rápida até às proximidades de Torres Vedras, interrompida pelo «topo» do Sarge; e a partir daquela cidade até Dois Portos (com a rampa de Runa até lá); e daqui em diante entram as maiores dificuldades do relevo, com as subidas para o Sobral e para o Forte de Alqueidão, antes da descida para Bucelas e o regresso a Loures.
Sugere-se que o andamento seja moderado, pelo menos, até à saída de Vila Franca. Moderado não tem de ser... em passeio! - apenas que se evitem acelerações que rompam com a «filosofia» que se pretende para esta Clássica, a de celebrar o final de temporada em convívio. Além disso, previnem-se ameaças segurança (e à multa) principalmente nos semáforos de Alverca e Alhandra.    

No total: 130 km e cerca de 1600 metros de acumulado.

HORA DE PARTIDA da BP de Loures: 8h00     
 

domingo, outubro 12, 2014

Skyroad da Lousã

O Skyroad da Lousã-2014 teve, para mim, um sabor agridoce. Embora mais ácido do que… doce! No meio do azar (embora quem facilita com o material não se pode queixar muito…), muita felicidade por ter concluído a prova.
A história tem contornos novelescos. Logo aos 2 km, ainda o andamento acabara de se tornar “livre”, pneu rebentado (o mesmo que tinha saído do aro há uns tempos e estragado uma roda de carbono. Estupidez assumida!) com enorme estoiro no meio do pelotão, tão audível que, no final, toda a gente com que falei recordava-se! Parei e quando vi o estrago, pensei logo que era o fim… Ainda tive a esperança de que a fechar o imenso pelotão viesse um carro de apoio técnico, mas apenas a ambulância e o carro-vassoura. Este parou e o condutor informou-me que não podia levar-me para a zona da partida/meta, só a bicicleta durante todo o percurso e eu um autocarro à disposição… para “acompanhá-la”. Mau já era desistir, fazer todo o percurso num autocarro seria masoquismo puro! Por isso, “implorei” e convenci o simpático senhor a levar-me até mais perto possível daquela zona, mesmo enfrentando o ralhete dos “chefões”, como ele disse. Entrámos para o camião (eu e a bike) e fomos deixados a cerca de 100 metros da “zona”, num local a salvo dos olhares dos “chefões”.
Agradecido, saí do veículo, e desolado comecei a caminhar em direcção à “zona” a pensar como iria passar 6 horas à espera dos meus parceiros de viagem, Ricardo Afonso e Duarte Salvaterra. Principalmente, com que estado de espírito… 
Mas eis que acontece o milagre da Nossa Sra. dos Desafortunados da Lousã: aproxima-se de mim um grupo de jovens e um deles pergunta-me: «Precisa de alguma coisa, amigo?». Respondo-lhe com o ânimo de que ele seria último a poder ajudar-me. «De um pneu…». E ele atira: «Sim, arranja-se, venha ali comigo à minha loja». À minha direita, do outro lado da rua, lá estava ela. A «Biciclataria». O sentimento que me invadiu é indescritível por palavras e apenas posso referir que a partir desse momento não pensei em mais nada do que fazer a prova, custasse o que custasse.
Passados cerca de 30 minutos desde que tinha sido dada a partida, parti… eu, sozinho, por minha conta e risco, sabendo que tinha quase 170 km e mais de 4000 metros de acumulado para ultrapassar, mas muito mais motivado do que início por ter saído surpreendentemente feliz deste infortúnio.
O resto é ciclismo, uma espécie de epopeia de superação pessoal, uma das maiores que já vivi neste desporto. Fiz-me à estrada e só depois de alguns quilómetros “a solo” é que cai em mim… Contas de cabeça: tinha de fazer a gestão mais meticulosa do esforço que alguma vez já fizera. Mesmo assim, estaria a arriscar muito, quiçá demasiado. Pensamento que se atenuou quando alcancei os primeiros concorrentes (os últimos), quase todos aos pares, amena cavaqueira. Teriam decidido passar umas 10 horas desta maneira…
Quando cheguei à separação do Gran com o Mediofondo, passou-me pela ideia fazer o mais pequeno. Ainda virei na direção deste, mas 100 metros mais adiante arrependi-me. Parei (aproveitei para “aliviar peso”) e voltei a subir para o percurso grande, perante o ar perplexo dos organizadores e dos concorrentes com que me cruzei.
Desci a toda a velocidade com o mote de “a partir de agora não valer mais a pena pensar nisso”. E ao entrar na subida de Góis senti que era o início da aventura. Nas primeiras centenas de metros e, inclusive, nos 20 km de parte-pernas que se seguiram até à grande subida do Carvalhal do Sapo, inclusive durante grande parte desta, tive dificuldade em meter um ritmo certo. As pernas estavam bem, o pulso controlado mas não tinha referências. Passava por todos, ninguém ao meu andamento até ao alto das eólicas, que fiz com a cara ao vento, a passar de grupo em grupo. Nunca visto em mim. Dois ou três que me acompanharam alguns quilómetros acabavam sempre por me perguntar: “Furaste, não?!”.
E resumiu-se a esta toada quase todo o restante percurso. Até à aproximação à subida de Picha fiz tudo por minha conta, nem uma roda de abrigo. Por azar, nem a descer. Algures por aquela zona, alcancei o grupo em que seguia o Nuno Garcia, cerca de meia dúzia, mas ele o único a cooperar comigo na condução do mesmo. Ainda antes da subida, apanhámos o Armando Guedes, companheiro de longa data nestas andanças, que se juntou ao trabalho já nas vertentes de… Picha. Nesta altura, já sentia as pernas muito doridas. Alimentei-me o mais e melhor que podia para não cair no “vazio”. Às tantas apanhámos o camarada Paulo Pais, com outro ciclista. Chamei-o, e antes de o encorajar seguir-nos, afirmou peremptoriamente, ao seu estilo: «Isto é muito duro!».
Na parte final da subida, senti-me melhor e voltei para a frente, fazendo também toda a descida e toda a subida da Serra da Lousã, ficando apenas com o Guedes (que me rendeu durante o penúltimo quilómetro). Depois de “fechar” a subida, mandei-me a caminho da Lousã completamente no “vermelho” e, agora sim, com sintomas irreversíveis de desfalecimento, desligando a 5 km da meta, que cruzei com 6h19m, 35 minutos mais do que em 2013. “Descontando” os 30 minutos que perdi à partida e todos que “derreti” por ter feito quase todo o percurso à minha conta, não posso deixar de reconhecer que o pecúlio foi satisfatório. Uma jornada para recordar, pelos bons motivos, mas também pelos maus que estiveram na sua origem…

Homenagem, pelos excelentes desempenhos, ao Duarte Salvaterra, ao Ricardo Afonso, ao Nuno Garcia, e uma muito especial ao Paulo Pais, porque mais uma vez deu uma “lição” de humildade e coragem – e de profunda paixão pelo ciclismo -, com mais uma participação neste dificílimo Granfondo, enfrentando-o sem receios mesmo com uma preparação que está a anos-luz da média! E com uma prestação honrosa. Por isso, é um exemplo que respeito e aprecio, e que deve inspirar a todos!                             

quinta-feira, outubro 09, 2014

Domingo: Sacavém-Azambuja-Ota

No próximo domingo, Volta de Sacavém-Azambuja-Ota. O percurso é o seguinte, com 113 km maioritariamente planos.

quarta-feira, outubro 08, 2014

Crónica do Infantado


Regressaram as voltas totalmente planas e quase por magia (ou talvez não...) o pelotão tornou-se massivo e os andamentos dispararam sem queixumes – sem espanto, está mesmo a ver-se! De qualquer modo, esta tirada do Infantado-2 teve momentos relevantes além da impressionante média de 38 km/h que se fixava na segunda passagem por Vila Franca de Xira, com 90 km percorridos. Para esta, contribuíram sobremaneira meia dúzia de elementos – não muitos mais... – de um grupo que terá saído de Loures com quase duas dezenas. Mas vamos à história.

Nesta volta com cerca de 120 km no total, os referidos 90 foram os «aproveitáveis» e que concentraram a animação, iniciada pouco depois do arranque e que, em Vila Franca, fez com que a média já alcançasse 35 km/h. Todavia, mesmo esta fase madrugadora pouco se fez em pelotão compacto. Primeiro, o Ricardo Gonçalves a isolar-se logo nos primeiros quilómetros, despoletando uma perseguição liderada pelo António Prates (montado numa «cabra»; tal como o Mário). E não se parou mais...

Movimentações diversas até que, na descida da Sagres, ocorreu um corte importante, com o pelotão a dividir-se em partes iguais, com muitos poderosos à frente, o que não era recomendável para a parte que seguia atrás, embora nesta pontificassem elementos com capacidade para fechar o espaço. Entre estes, tarefa de apenas um: o Rui Torpes. A partir de Alverca assumiu a perseguição e concretizou-a em Alhandra, após 4 km a 42 km/h. Poderia (e deveria) ter contado com ajuda mas nunca aliviou (seria o sinal para os restantes), e àquela velocidade a vontade/capacidade de rendê-lo era escassa. Prestes a concluir a missão com êxito, levava a adrenalina ao máximo e reagiu, compreensivelmente, quando alguns que vinham à sua boleia (eu incluído) fecharam os últimos 10 metros para os fugitivos. Não foi por mal...

De Vila Franca ao Porto Alto, 40 km/h de média e... mais uma fuga. O Prates deu o mote e o Mário – os dois «contrarelogistas» do dia – correspondeu, iniciando, a dois, a fuga mais duradoura da volta, que obrigou o pelotão a uma perseguição esforçada – quase sempre liderada pelo Ricardo Gonçalves, o Rui Torpes e o Duarte Salvaterra. Do Porto Alto até ao cruzamento do Campo de Tiro de Alcochete, 42,5 km/h de média! Facilidades, só para quem foi na roda... Antes deste ponto, fuga anulada. De qualquer modo, tanto o Prates como o Mário, ora voltavam a tentar isolar-se, ora colaboravam na condução do grupo: grande desempenho, que não foi só as máquinas apropriadas a justificar!

A partir daquele cruzamento, mudança de direção, agora com o vento mais desfavorável. Desde logo, a velocidade baixou. Mas foi algures neste troço até ao Infantado que sucederam os momentos mais agressivos para quem seguia na roda, e foram por iniciativa do Torpes nos topos, deixando alguns (entre eles eu) em desconforto. De qualquer modo, coube ao Gonçalves a parte esmagadora do trabalho de condução do pelotão, já mais reduzido.

Do Infantado ao Porto Alto, novamente o Mário imparável. Ataque-fuga-fim de fuga-novo ataque-fuga e assim sucessivamente. Duas ou três repetições. Excelente forma, ótimas qualidades de rolador! Setor a 38,5 km/h de média.

Na reta final até Vila Franca, então deixei-me «convencer» a passar pela frente (não o tinha feito uma única vez... e foi um descanso!), primeiro a responder a mais uma iniciativa do Mário, depois a colaborar com ele e mais dois ou três na condução do pelotão até Vila Franca. Com vento contra: 37,5 km/h e 163 de pulso durante 16 minutos. As pernas corresponderam melhor do que em qualquer volta domingueira desde o início de setembro (após o regresso após a paragem de férias). A uma semana do Skyroad, boas notícias. Finalmente! Veremos!
Em Vila Franca, paragem retemperadora de forças e a promover invulgar momento de convívio em voltas com outro relevo. Há pouco ou nada fazer para que nestas suceda o mesmo. É pena...

quinta-feira, outubro 02, 2014

Domingo: Infantado-2 (sentido Porto Alto-Alcochete)

O próximo domingo marca a chegada das voltas planas que serão a toada no defeso que se avizinha, como é habitual no nosso calendário. Com a Volta do Infantado (percurso que a partir do Porto Alto segue no sentido de Alcochete, ao contrário do que se pode ver no gráfico, que está no sentido original) entra-se definitivamente na reta final da temporada-2014, que terá encerramento simbólico com a Clássica dos Campeões, no dia 19.
Todavia, uma semana antes, para quem participar no Skyroad da Lousã (no sábado, dia 11), haverá ainda importante desafio a superar. No domingo seguinte à Clássica dos Campeões realiza-se o já bastante popular Livramento-Óbidos, organizado pelo camarada Paulo Pais, que juntará ciclistas oriundos de várias paragens em saudável convivência até à vila histórica e numa entusiasmante cavalgada de regresso ao ponto de partida. Mais perto do evento serão fornecidas mais informações (concentração no Livramento às 8h30; saída às 9h00), mas, em nome do PP, fica desde já o convite à «geral»!   

terça-feira, setembro 30, 2014

Crónica da Volta do Barril


A temporada aproxima-se do final e o nosso pelotão começa a engrossar. Por agora apenas se mantém (grosso!) por pouco mais de uma dezena de quilómetros desnivelados, mas pela qualidade dos “reforços”, alguns a regressarem de longa (demasiado!) ausência, não se desmembrará tão facilmente durante muito mais tempo. Com elementos da galhardia do Nuno Mendes e do Bruno Felizardo a afinarem a máquina, certamente seremos mais do que a meia dúzia de “gatos pingados” que no último domingo ficou na dianteira entre Alcainça e a Abrunheira, e depois daí definitivamente até ao final da volta, ainda com menos de um terço do trajeto (do Barril) percorrido. Situação que se repete (quase) todos os domingos. O motivo, habitual, logo previsível, de o andamento ser demasiado forte desta vez não “cola”.
Então, porque é que se meteu passo tão rijo desde a subida de Guerreiros, não se aliviou a caminho de Lousa e atacou-se a rude rampa da Venda do Pinheiro ao nível do top-2 do Strava (está lá, Ricardo Afonso!) – o que é obra, na ocasião apenas ao alcance da boa forma (e do ímpeto de curta duração) daquele, só acompanhado pelo Capela e por um jovem “forasteiro” com o equipamento antigo (e bem!) da LA. Os dois primeiros, depois da neutralização, voltaram à carga na subida de Alcainça até à Abrunheira, dinamitando o que restava do grupo. Excesso, talvez, mas não mais do que outras situações naqueles troços. O que se lamenta é a demissão da maioria dos demais elementos (e repito, eram bastantes à partida de Loures) de continuar a (tentar) integrar o grupo da dianteira ainda numa fase tão madrugadora da volta, desprovendo de sentido (e de sucesso) qualquer tentativa de neutralizar ou moderar significativamente o andamento para reagrupamento.

Se é para ficar para trás logo aos 15 km, porque é que se inflaciona o andamento desde início? Se é para dar meia volta ao cavalo tão cedo, porque é que se ataca as primeiras subidas seletivas, deixando quase todos no vermelho, os mais débeis ainda mais, e além disso, desmotivados pela noção de incapacidade e o sofrimento em vão? Enfim...

No pequeno grupo que integrei a partir da Abrunheira, com o exemplar Bruno de Alverca, os poderosos (em muito boa forma) Capela e Duarte, o ascendente Tiago Branco e o jovem do LA (que anda muito bem) e o esforçado e abnegado Mota, faz-se bom ciclismo, com oscilações de ritmo e cooperação na frente. No meu caso, as limitações físicas causadas por um súper treino na sexta-feira anterior aumentaram a exigência com tão forte companhia e um percurso bastante acidentado, e no final, a constatação que, além do referido Bruno, não restava mais elementos do núcleo de «assíduos» do grupo Pina Bike. Mas, como antecipei na primeira parte desta crónica, tenho a esperança que, apesar de a temporada estar a dar as últimas (eu incluído), há reforços a chegar. Ou então, as voltas sempre a rolar, já no próximo domingo. Aguardemos...         

quinta-feira, setembro 25, 2014

Crónica da Volta do Oeste


Aproveitando a “deixa”, resumo a Volta do Oeste a mais uma excelente tirada, bastante concorrida, em dia de contra-relógio por equipas Alverca-Reguengos, com presença meritória da equipa Pina Bike.

O ritmo foi bom desde a saída de Loures, sempre certinho por Guerreiros até Lousa, mas a partir daqui tornou-se mais irregular devido ao empertigamento de alguns, em curtas mas fortes acelerações. Foi o caso do Jony na subida após Lousa, com esticão a que apenas o Tiago Martins e o André conseguiram responder. Mas foi só isso, uma explosão ao estilo do mecânico de S. João da Talha! Maior consistência, ele guardou para mais tarde...

Na subida da Venda do Pinheiro, as primeiras intensidades a sério, com os mesmos protagonistas mas com papéis invertidos. O Martins e o André a imporem o ritmo e o Jony a responder na parte final para fechar o espaço. O pelotão ficou, pela primeira vez, fracionado – mas a neutralização que se seguiu reuniu-o.

A descer para Vila Franca do Rosário, elevadas velocidades e mais cortes, que fizeram alguns deixarem alguma energia desnecessariamente na estrada (eu incluído!). O ímpeto manteve-se e parecia, agora, com harmonia e mais colaboração – pelo menos com os que tinham mais “pedal” disponíveis para não deixar o andamento baixar a caminho de Torres. Por estas alturas juntou-se o Paulo Pais e o seu camarada Nelinho, e pouso depois, no Carvalhal, o André partiu um raio e ficou apeado...

A subida de Catefica foi, por isso, moderada, para que o pelotão ficasse, de novo, compacto – mas depois voltou-se à toada veloz. E de que maneira! Primeiro ajudada pela planura do terreno – e pelo músculo do Jony – mas também depois, quando o relevo se tornou mais acidentado. De Torres a Encarnação, 36 km/h de média! Pelo meio, na subida de S. Pedro da Cadeira, o Tiago Pereira (até aí discreto e até remetido à cauda do pelotão...) entrou ao ataque mas rapidamente aliviou, pegando eu no andamento, e na parte final também o Capela. Na Encarnação, subida mais repartida: os Tiagos a meterem o passo inicialmente e o Paulo Pais a... meter todos no vermelho até à aceleração final que desmembrou o grupo da cabeça. De tal forma, que só houve reagrupamento pouco antes de voltar a... desagrupar – no início da Picanceira – a subida “grande” da jornada.

À entrada desta, passei novamente a meter o ritmo, o melhor que podia..., mas distante de ser top! Falta de pernas “oblige”. De qualquer modo, houve seleção imediata – apenas os Tiagos e o Capela se mantiveram - e só depois da aldeia da Picanceira as primeiras mexidas, quando o Pereira ensaiou mais um ataque. Todavia, o Tiago contra-atacou bem e partiu “a solo”, mas não definitivamente. O Capela procurou fechar o espaço mas só conseguiu que a distância não aumentasse, e não demorou a que as posições estabilizassem, ficando o seguinte figurino: Martins na dianteira, com cerca de 30 metros de vantagem para o Capela e este à mesma distância do Pereira; e idêntica entre este e eu. Com o atenuar da inclinação da subida, as diferenças começaram a esbater-se e os três da dianteira juntaram-se, embora sem depois haver colaboração e beneficiou a minha reaproximação. Foi isso o que lhes disse depois de os alcançar e de recuperar o fôlego antes da descida e da rampa final (para a rotunda da Barreiralva). De tal modo que fui eu fazê-la... a puxar o impávido trio! O Bruno de Alverca não demorou muito mais, também ele tirando proveito do impasse entre os (que pareciam!) mais fortes.
 
A subida foi intensa, mas nada brilhante, e não creio que apenas para mim (às voltas com as limitações musculares). Senti que os restantes (refiro-me o trio da dianteira) também não estavam nos seus melhores dias.    

Após o topo, durante o relaxe até à Murgeira, o Capela, ao seu estilo, lançou-me a crítica/conselho: «Tens de te defender mais dos mais novos» – referia-se os Tiagos! Tinha (tem) toda a razão, mas em ocasiões em que eu não tiver interesses de treino/sentir as sensações, como nesta! Por sinal, nada boas...              

Domingo: Volta do Barril


No próximo domingo, Volta do Barril (!!) - ver percurso. É assim que se chama, de facto, e trilha alguns caminhos da Volta do Oeste que se realizou na passada semana. Nomeadamente a fase inicial, até à Malveira (por Guerreiros) e numa fase mais adiantada, a partir de S. Pedro da Cadeira (por Encarnação, Picanceira e Murgueira). A partir de daqui, desce-se o Gradil e termina-se a subir Vila Franca do Rosário, a contrário da anterior, que seguir em direção a Mafra. Não é um percurso fácil, está mesmo a ver-se!

De certo modo, os que participaram na Volta do Oeste terão oportunidade de repetir/retificar desempenhos e sensações nos troços partilhados dos dois percursos, em especial a passagem pelo setor S. Pedro da Cadeira-Encarnação-Picanceira – acima de tudo este.

sexta-feira, setembro 19, 2014

Domingo: Oeste

A volta do próximo domingo é a do Oeste, num dia em que alguns dos nossos camaradas participam no contra-relógio por equipas Alverca-Reguengo. Desde já, muito boa sorte, rapazes! O percurso da Volta do Oeste é o seguinte.

quarta-feira, setembro 10, 2014

Domingo: Enxara do Bispo

No próximo domingo, dia 14, a Volta é a da Enxara do Bispo. O percurso é o seguinte e em constante sobe e desce. Hajam pernas (que por aqui estão 'escassas'...) e será uma tirada prometedora! 

Sábado, Paulo Pais convida...: Caneira-Vieira-Caneira (240 km)


No próximo sábado, dia 13, o camarada Paulo Pais promove mais uma ida (e volta) a Vieira (de Leiria), a partir da sua morada, na Caneira Velha, jornada que já vai no quarto ano com sucesso. O percurso não apresenta grandes dificuldades de relevo, mas é uma autêntica maratona, com 240 km. Um enorme desafio, está visto!

 A concentração (na Caneira Velha, cruzamento com a EN8) é às 8h00 e a saída para esta verdadeira clássica é às 8h30.

 Fica o convite para uma cruzada com altas velocidades garantidas... embora recomendáveis apenas no regresso! 

sábado, setembro 06, 2014

Domingo: Sintra-Pé da Serra


A volta de amanhã, domingo, é a de Sintra-Pé da Serra, e o percurso é o seguinte