quarta-feira, julho 25, 2012

Crónica Sto. Estevão; Domingo: Clássica do Cartaxo

A volta de Sto. Estevão, no passado domingo, mostrou que o pelotão está num dos melhores momentos de forma na temporada – senão o melhor! -, e evidenciou quão em baixo está a... minha! De qualquer modo, foi por uma conjugação de fatores adversos (a mim...) que se agravou essa diferença – ao ponto de atingir a incompatibilidade (de níveis de rendimento, entenda-se). Foram aqueles (os fatores): o percurso em terreno rolante propiciador de todos os excessos, principalmente os que se desencadeiam desde logo bem cedo... e nunca se sabe quando é que pararão; a presença de um lote de elementos de primeira linha, no pleno das suas capacidades; e ainda em relação ao fator «eu», a fadiga no final da primeira semana de treinos, após o interregno.
Mas, afinal, o que sucedeu? Bom, à parte de logo no Tojal o andamento se ter tornado massacrante, ao ponto de eu ter decidido, com um pragmatismo de que não tenho memória, abdicar de continuar no seio do grupo ainda não tínhamos chegado sequer ao Porto Alto..., pouco ou nada mais há a esclarecer. Mas há números que podem ajudar a perceber melhor: 36 km/h de média desde o Tojal até à ponte de Vila Franca e - acredite-se! - 45 km/h desde aí até... eu sair para o lado da longa fila indiana que o pelotão tinha formado na reta do Cabo, a cerca de 300 metros do Porto Alto, resignando-me a vê-lo desaparecer num ápice, à minha frente, a caminho do Infantado.
Todavia, houve quem também ficasse, o Nuno Mendes, a que me juntei, felizmente, assegurando o cumprimento da totalidade do trajeto da volta, ainda tão pouco estava percorrido. Ele até rolava perto de mim, acabou igualmente por descolar (não sei de voluntariamente ou não; uma vez que me parece em boa forma) e passou, comigo, a formar um duo que em breve se tornou um pequeno grupo com a inclusão do Capitão e do Gonçalo, e de outros mais quatro elementos, que também não resistiram ao ritmo do pelotão.
Neste, enquanto estive presente, destacaram-se o Renato Hernandez, ainda oxigenado pelos ares dos cumes pirenaicos, o Rui Torpes e o Jony, que até (eu) ver... não pareciam querer aliviar os crenques. Reforço o andamento imprimido na reta do Cabo que me fez temer pela integridade física se nele continuasse. O Torpes ainda rendeu o passo castigador do Renato a meio da reta e eu pensei que poderia ser uma questão de resistir mais um bocadinho. Mas quando já estava a ser um... bocadão, eis que o Jony meteu «um dente abaixo» e levou o meu sacrifício a ultrapassar os limites do (des)aconselhável. Então, decidi (pragmaticamente, como disse) abandonar o comboio que continuou a todo o vapor, pelo menos enquanto o avistei - e não foi por muito tempo... Pois, se desde que aliviei até à rotunda do Infantado, o nosso grupo fez 38,5 km/h de média, imagine-se o pelotão!

 E imagine-se... este domingo, a Clássica do Cartaxo. Partida às 8h00 da BP de Loures e o percurso tradicional (clicar para ver). Os camaradas dos Duros do Pedal estão confirmados. Recorde-se que o andamento é livre e não estão programadas paragens – embora estas acontecem logo que se justificar.

ATENÇÃO: sugere-se que o pelotão role neutralizado até à última rotunda do Tojal (Transportes Costa e Baleia), que seria o chamado quilómetro zero. Boa Clássica!

sexta-feira, julho 20, 2012

Domingo: Sto. Estevão-2 (sentido inverso)

A uma semana do regresso das Clássicas, com a do Cartaxo, que tem vindo a motivar crescente interesse e popularidade desde que passou a fazer parte do nosso calendário, realiza-se mais uma edição de uma das mais tradicionais voltas: Sto. Estevão, em segunda versão. Ou seja, o percurso (clicar para ver) faz-se no sentido inverso do habitual (para desenjoar...), seguindo em frente no Porto Alto até à rotunda do Infantado, onde se vira à esquerda e depois, volvidos algumas centenas de metros, após o viaduto (em descida), novamente à esquerda para a estrada de Sto. Estevão até Benavente. Nada que possa enganar!    

quinta-feira, julho 19, 2012

Notícias do Pedal - TV

Já está no ar a edição experimental do Notícias do Pedal - TV, este novo espaço tem como objectivo apresentar as fotos em slide show dos melhores momentos dos eventos de cicloturismo.
Para os utilizadores do MEO, basta carregar na tecla verde e inserir o nº 531450.


 
Revista Noticias do Pedal
Tudo sobre Ciclismo em:
www.noticiasdopedal.com


terça-feira, julho 17, 2012

Crónica de Torres


Antes de mais, pretendo homenagear os nossos «companheiros» que se têm aventurado em provas velocipédicas por terras estrangeiras, prestigiando não só os «nossos», por serem presenças assíduas nas nossas lides domingueiras, como a sua própria nacionalidade. Refiro-me aos que participaram este ano em eventos tão afamados de ciclismo de estrada, como o Quebrantahuesos ou a Etapa do Tour, ou noutros de bicicleta de montanha. Entre eles, Freitas, Filipe Arraiolos, Hugo «Feijão», Ricardo Gonçalves, Pedro Vieira, Edgar Felizardo, Renato Hernandez (honrosa classificação [163.º] na etapa de 200 km que teve «só!» os Col’s do Aubisque, Tourmalet, Aspin e Peyresourde – a não perder hoje, a etapa dos profissionais) – ou a forte delegação dos nossos camaradas dos Duros do Pedal no «Quebra» -, com desempenhos extremamente positivos, de acordo com os seus objetivos e ambições.
No meu caso pessoal, estas numerosas participações muito bem conseguidas «tocam» especialmente, uma vez que desde 1998, ano da minha primeira «internacionalização», tenho estado presente ou, então, assistido com enormíssimo interesse à crescente de adesão de gente conhecida, que quem partilhamos regularmente a estrada. Neste último, caso, sempre com reconhecida mágoa de não estar presente nestas grandiosas clássicas que são, sem dúvida, expoentes máximos do que desportistas como a maioria de nós poderão almejar em termos puramente amadores/não federados.

Regressando às nossas lides domingueiras, no último domingo realizou-se a volta de Torres, por Matacães, que marcou o meu regresso após interregno para férias. Período que, por ter significado também a quase inatividade com bicicleta, resultou, como seria previsível, num retrocesso de forma, que já não era muito famosa desde a paragem em meados de Maio, por motivos de intervenção cirúrgica. A contrastar, o grupo que se apresentou ao serviço era mais do que bem composto. E a forte nortada foi outro «adversário»...
Nos primeiros quilómetros, uma parceria pouco comum assumiu as despesas a caminho de Bucelas e do Sobral, o André (acabadinho de, na véspera, ter dado cartas numa prova em Torres Vedras) e o João Santos (Jony) partilharam esforços à cabeça de um grupo de cerca de 20 ciclistas, enfrentando o vento que soprava a desfavor, a muito bom ritmo. À passagem por Bucelas, já eu fazia contas às agruras por que iria passar na subida do Forte do Alqueidão para permanecer no míni pelotão. Mas ainda antes de a pendente se elevar, na Bemposta, um furo (Nuno Mendes) levou a que eu parasse para a devida assistência. Comigo, mais uns quantos... mas poucos!
Quando retomámos a estrada, o andamento nem por isso foi brando, «obrigando-me» a pedir por diversas vezes ao Jony para refrear o ímpeto da sua plena forma. No Alqueidão, finalmente... lá estavam os restantes, a aguardar.
Agradecimentos feitos, eis-nos a caminho de Torres, pelo desvio de Matacães e Monte Redondo, a ritmo moderado até ao cruzamento de ligação a Sarge, onde surgiram protagonistas que até aí ainda não se tinha assumido, casos dos «masters» Capela e Duarte. Com estes a contribuírem para avivar o andamento, o grupo estirou-se para se manter unido antes de se iniciar a descida para Torres, a velocidade vertiginosa. Ainda assim, apenas o Capitão perdeu o «comboio», tendo sido reintegrado após neutralização à entrada da cidade.
A partir da Variante (Torres) e em quase 20 km seguintes houve, sem dúvida, o momento alto da jornada. Aproveitando o vento agora favorável, o Freitas e o Jorge Damas alinharam à frente do grupo, levando-o a uma média muito próxima dos 40 km/h até à base da subida para Vila Franca do Rosário/Malveira, num desempenho demonstrativo de enorme disponibilidade e excelente momento de forma. De Torres ao início da subida, a média foi de 37,1 km/h; desde Catefica foi 41,3 km/h! Os restantes permaneceram, alguns a custo (em que me incluo), bem encaixados na roda, e têm a agradecer a preciosa boleia. Fantástico trabalho daquele também improvável duo (o camarada Damas, mais forte do que nunca) num terreno que não é propriamente (só) plano!
O resultado óbvio foi a acentuação do desgaste e das diferenças motivadas por estados de forma igualmente díspares na subida de V. F. Rosário, onde o grupo se «partiu» definitivamente, numa inevitabilidade antecipada pelo ataque madrugador do Duarte, a que os mais aptos tiveram de reagir e sem não demorassem algum tempo fechar o espaço. Algo a que já não assisti! Na peugada do fugitivo: André, Capela, Jony e Pedro da Amadora.
O Jorge Damas, desgastado pelo esforço anterior, e o Tiago (novo jovem recruta que se integrou bastante bem: saúda-se!) descaíram, tendo sido alcançados por mim. Após o topo do Vale da Guarda formávamos um trio que cumpriu o que faltava até à Malveira em amena cavaqueira, e a que ainda tiveram tempo de se juntar, na rampa final, para a rotunda da autoestrada, o Jorge e o Salvador (este também num pico de forma nesta temporada), vindos de trás em animado sprint.
Retardatário apenas o Freitas, que subiu no seu ritmo após ter largado ao serviço, e o Capitão, «distanciado» logo que o primeiro o «pegou» em Torres.
Para a semana há muita planura, para Sto. Estevão (versão em sentido inverso), a preparar a Clássica do Cartaxo.            

quarta-feira, julho 11, 2012

Clássica de Fátima adiada! Torres em substituição

Por motivos de logística, a Clássica de Fátima-2012 foi adiada. Em sua substituição, realiza-se a volta de Torres (por Matacães/Sarge), na distância de 93 km (ver gráfico do percurso). Basicamente é o trajeto tradicional para Torres Vedras, com ida pelo Forte de Alqueidão/Sobral e regresso por Vila Franca do Rosário/Malveira. A única alteração é o desvio por Matacães, à direita entre Espera e Ordasqueira, seguindo em frente para Lapas Grandes/Monte Redondo até confluir com a N115, virando à esquerda para Sarge/Torres Vedras. A partir de Torres, o caminho é o conhecido, com passagem pela cidade e saída através da Variante. 
Sugerem-se os seguintes pontos intermédios de neutralização para (eventual) reagrupamento:
1- Sobral de Monte Agraço (rotunda da praça de touros)
2- Torres (Rotunda Norte, após o Torres Shopping)
3- Malveira (rotunda da A8)    

quinta-feira, junho 28, 2012

Crónica de Alenquer


O meu regresso às lides do grupo, após mais de um mês de ausência por motivos de intervenção cirúrgica para debelar «doença de idosos» - entenda-se, varizes... – foi mais positiva do que estaria à espera. Não que a malta me tivesse poupado a esforços impróprios, mas porque, voluntariamente, expus-me àqueles (aos impróprios, sim!) mais do que seria expectável. Tal como o foram as sensações e o rendimento, permitindo-me suportar as cargas e até colaborar com razoável atividade na dianteira do pelotão na fase inicial do percurso, quase totalmente plana (Loures-Alenquer). E nem por isso a velocidade média foi baixa ao ponto de facilitar. Pelo contrário, naquele troço fez-se 33 km/h, sendo que entre Sacavém e Alenquer superou-se mesmo os 34 km/h.

Aí, até onde consegui permanecer no grupo principal, antes de iniciar a zona mais acidentada com a subida para o Alto de Perrotes (Alenquer), houve muita animação, com o Renato Ferreira a estimular o andamento para «valores» sempre muito próximos dos 40 e sempre com companhia interessada em aproveitar a sua roda. Entre as várias alterações de velocidade (sempre progressivas, nunca acelerações violentas), algures próximo de Alhandra destacou-se um trio encabeçado pelo Renato e que se completava com o Felizardo e o Pedro. A esta rutura não foi alheio alguma displicência de alguns elementos que seguiam nos primeiros lugares do pelotão, que por diversas ocasiões deixaram abrir «buracos» proibidos em condições em que o andamento era forte e o vento soprava desfavoravelmente. De qualquer modo, não foi, de todo, uma atitude voluntária, mas sim, segundo me pareceu, resultado de algum «desconforto» em suportar o andamento à frente. Nestes casos, é recomendável passar-se para o seio do grupo – porque na maioria destes casos as consequências são as que sucederam... Adiante.  

O referido trio de fugitivos manteve, com consistência, uma vantagem entre os 100 e os 300 metros para o pelotão, que não facilitou na perseguição. O excelente cooperação entre ambos – embora fosse previsível que com participação mais profícua do campeão nacional de BTT – permitiu-lhe entrar na subida de Perrotes destacados do pelotão, embora já com mais dois elementos, o Pedro da Amadora e o André, que se juntaram aos da frente após o Carregado, saindo do pelotão em condições meio esquisitas (houve um carro que se interpôs, que insistia em oferecer abrigo... sem se perceber a intenção).

Bom, a partir do início da subida, a minha história foi... outra, definitivamente retardatário até ao final da volta. Primeiro, na (agradável) companhia do Alexandre, cuja parceria com um bom tónico para ultrapassar a primeira subida sem grande esforço (e não em solitário, mas em amena cavaqueira sobre as peripécias da recente Clássica da Serra da Estrela), e em seguida, com mais alguns elementos: o Salvador, o Pina (a partir de Santana da Carnota) e ainda um grupo de cerca de uma dezena de unidades que nesta localidade se encontrava parado a retemperar forças, junto a um café. Assim, só o incentivo da presença de todos permitiu-me completar a totalidade o trajeto numa tranquila gestão controlada de esforço, que, de resto, era fundamental após a referida parte inicial em que me excedi...

Este regresso ao grupo, todavia, foi, por ora, fugaz, uma vez que nas próximas duas semanas estarei uma vez mais ausente, mas por motivos bem melhores que os anteriores... De qualquer modo, a atividade não para, e já no domingo cumprir-se-á mais uma volta do calendário: N. Sra. da Ajuda, que é um belo pitéu! (clicar para ver o percurso).                  

sexta-feira, junho 22, 2012

Domingo: Alenquer (Alto de Perrotes)

No próximo domingo, a volta é a de Alenquer, Alto de Perrotes. O percurso (clicar para ver) mistura a planície e algumas subidas interessantes e seletivas, principalmente a principal, de Alenquer para o topo de Perrotes, após uma longa travessia da EN10 e EN1 desde Sacavém. Mas conte-se, igualmente, com as ascensões de Santana da Carnota e Forte do Alqueidão, a partir da Seramena, esta última já com o acumulado dos quilómetros já a pesar...
Aguardo domingo com particular expetativa, porque conto regressar ao convívio do grupo. Embora, obviamente, sem grande expetativa de o poder acompanhar durante a totalidade do trajeto. Principalmente, os que estarão ainda «oxigenados» pelos ares da Serra e outros, pelo que constatei neste meu ainda recente regresso aos treinos, estão rodagem elevada.
Nota: desejos de boa sorte para os «nossos» participantes no célebre Quebrantahuesos, que se realiza amanhã, sábado, nos Pirenéus. A raínha das clássicas ciclodesportivas espanholas.  

segunda-feira, junho 18, 2012

Clássica Serra da Estrela: grande homenagem


Grande homenagem aos bravos do pelotão que participaram na 3.ª edição da Clássica da Serra da Estrela, e que contribuíram para promover e reforçar o estatuto já importante deste evento de ciclismo puramente amador. A adesão foi, uma vez mais, a condizer com os aliciantes e prestígio crescente desta clássica. A todos os que conquistaram a Torre pelas encostas de Manteigas, os mais sinceros agradecimentos.
Já estamos a perspetivar a edição de 2013! E que desde já antecipamos que a subida final será a mítica vertente da Covilhã!  
 

quarta-feira, junho 06, 2012

Domingo: Ota (e mais Clássica da Serra)

Sem informações sobre o que está previsto/programado para amanhã (feriado), adianta-se já que no próximo domingo a volta (Ota, com percurso em sentido contrário ao tradicional) deveria decorrer em toada moderada, para se assimilarem todas as cargas de treino de preparação para a Clássica da Serra da Estrela, na semana seguinte. Isto, para os que estão a fazer planos de estarem presentes na jornada serrana.

Acerca desta, que é o grande momento da nossa temporada, já foi tudo ou quase tudo escrito no blog próprio (classicaserradaestrela.blogspot.com). Até lá, ainda se publicarão informações que forem consideradas úteis, com especial relevância para a localização dos balneários, que este ano deverá passar do complexo desportivo para as piscinas municipais da Covilhã, aguardando-se nos próximos dias por autorização da autarquia local (motivo: o complexo encerra aos domingos às 13h00, hora em que certamente não terão todos os participantes concluído a Clássica).

Pela minha parte, desejo desde já muito boa sorte a todos neste enormíssimo desafio que é mais uma vez o percurso desta Clássica. Que desfrutem na minha ausência (infelizmente, por ainda estar ausente dos treinos, após intervenção cirúrgica)!
Mas, certamente em minha «representação» estará um pelotão à altura do gabarito que o evento adquiriu nos primeiros dois anos, porque, apesar de ainda ser uma criança, já provou que poderá caminhar pelo próprio pé. Para tal, continuará a depender (sempre!) do contributo de todos os que estarão, pela manhãzinha, à partida da Covilhã, à conquista para Torre, pela lindíssima vertente de Manteigas.

A propósito: uma sugestão que só por si é enorme estímulo à presença e, em particular, à realização do percurso na íntegra: a descida final das Penhas Douradas para Manteigas apresenta-nos um cenário estarrecedor sobre o vale glaciar do Zêzere! Desfrutem do prazer único que é o ciclismo de alta montanha! Faço desde já a promessa que no próximo ano não faltarei! Entretanto, pode ser que a Estrela nos reserve ainda um convite lá mais para o final da época... Quem sabe?           

sexta-feira, maio 25, 2012

Domingo: Ereira

ATENÇÃO: PERCURSO E TODAS AS INFORMAÇÕES DA CLÁSSICA DA SERRA
DA ESTRELA 2012 EM CLASSICASERRADAESTRELA.BLOGSPOT.COM

A volta do próximo domigo é a da Ereira, cujo percurso é o seguinte.
Refira-se que no mesmo dia, os Duros do Pedal realizam a 1.ª Clássica das Lezírias, numa distância superior a 200 km. Para mais informações consultar www.durosdopedal.blogspot.com

sexta-feira, maio 18, 2012

Domingo: Barril

Depois da excelente primeira edição da Supertrepadores, segue-se a volta do Barril, este domingo. Aos estreantes, avisa-se desde já que não esperem facilidades! «Descasquem-na» por mim, que estou no «estaleiro»... e estarei durante algumas semanas. Por isso, lá se irá a Serra... E que perda! O percurso será publicado no início da próxima semana e promete estar à altura das primeiras duas edições.


quinta-feira, maio 03, 2012

Alteração de planos!

No próximo domingo, devido ao facto de os nossos camaradas dos Duros do Pedal realizarem a sua anual Clássica de Montejunto (Algueirão/Algueirão), creio que seria recomendável acompanhá-los nesta jornada, uma vez que fazem eles são participantes frequentes, e com grande entusiasmo, nas nossas iniciativas do género.
Como tal, sugeria que a volta dos Supertrepadores «transitasse» para a semana seguinte, no domingo, dia 13, mantendo todo o figurino já descrito.
Quem não estiver interessado em alinhar para Montejunto (subida por Vila Verde dos Francos e percurso habitual por Sobral, Merceana e Atalaia e regresso por Sobral, Pêro Negro, Sapataria - ver blog durosdopedal.blogspot.com), sempre pode fazer a volta que estava marcada para o referido dia 13 (Barril).
A hora de passagem do grupo em Loures (bombas da BP) é às nossas habituais 8h30. Logo, calha bem. Mas seria aconselhável estar lá um pouco antes, não vá perder-se o comboio...      

quarta-feira, maio 02, 2012

Domingo: Supertrepadores

Aí está o percurso para a volta dos Supertrepadores, no próximo domingo, com partida de Loures às 8h00. Como se poderá verificar – até pelo nome -, é uma jornada com grau de dificuldade elevado, a que ao desnível acumulado, de mais de 2700 metros, se junta a distância, a rondar os 140 km.
O percurso pode ser observado aqui, mas nunca é demais descrever os pontos mais importantes de passagem, nomeadamente as oito subidas que o compõem e os quilómetros de passagem. A saber:
-São Romão, desde Alhandra (km 27)
- Mata (km 47)
-Fanhões, desde o Tojal (km 73)
- Montemuro (km 81)
-Alto da Urzeira (km 84)
-Ribas (km 100)
- Malha Pão, desde Loures/Sete Casas (km 115)
- Montemor (Parque de Merendas), desde Loures (km 135)
As demais informações já foram adiantadas no «post» anterior, pelo que será aconselhável, a todos os interessados em participar, lê-las atentamente.  

quinta-feira, abril 26, 2012

Domingo: Pé da Serra (Sintra)

A volta deste domingo denomina-se Pé da Serra – Sintra e é inédita no nosso calendário.
Todavia, trata-se de uma incursão à serra de Sintra, por caminhos quase todos bem conhecidos da maioria, mas percorridos em sentido contrário ao de outras voltas para aquelas bandas. O percurso é o seguinte.
Os pontos quentes serão dois, mas a jornada está cheia de motivos de interesse e de dificuldade acrescida. Quanto aos momentos altos: o primeiro, a subida do Pé da Serra, a partir de Colares; e o segundo a da Penina, desde a Malveira da Serra.
Contudo, o regresso pelo Algueirão, Mem Martins, Belas, Caneças e Montemor, um verdadeiro carrossel, também não será propriamente acessível.
Serão, por isso, estabelecidos dois pontos de neutralização.
1 - Santa Eulália (após a subida do Bocal/Ponte de Lousa)
2- Cruzamento dos Capuchos/Penina
Ou seja, não está prevista neutralização após a subida do Pé da Serra, dado o rápido encadeamento com a subida da Malveira para a Penina, através da descida desde o Cabo da Roca.

 SUPERTREPADORES

Antecipa-se desde já a volta montanhosa do domingo seguinte (dia 6), intitulada de Supertrepadores. Como o próprio nome indica será uma versão alargada, em distância e dificuldades, à bem conhecida e já seletiva volta dos Trepadores – e não tem o formato de Clássica! Pela frente estarão 143 km, com partida e chegada às bombas da BP, em Loures; oito subidas das nossas redondezas com bom índice de dificuldade; para um desnível acumulado superior a 2700 metros. Por isso, adianta-se que a hora de saída será antecipada para as 8h00.
Trata-se, deste modo, de um volta «especial» que deve ser encarada muito seriamente por todos que a pretenderem realizá-la e, principalmente, conclui-la. Uma verdadeira prova de superação, de treino, de preparação, de teste, etc, de acordo os interesses e os objetivos de cada participante.
Por estes motivos, e porque se trata de um percurso extremamente seletivo que impõe/recomenda a que cada participante saiba adequar o seu próprio andamento, não estarão previstos pontos de neutralização. Embora, reforce-se, esta volta não segue os pressupostos de Clássica.
Também, por isso, aconselha-se (vivamente) a todos os participantes o conhecimento exato do percurso, porque é muito encadeado e facilmente se perde «o norte» - muito à semelhança do Roteiro dos Muros. Por outro lado, permitirá, a qualquer momento, a quem pretenda, encurtar ou atalhar, segundo os seus próprios motivos. E sublinhe-se: o traçado muito compacto do percurso a isso propicia, possibilitando diversas variantes ao original. 
O habitual gráfico do trajeto (gpsies) será publicado no início da próxima semana, quando apresentará, com maior detalhe, esta volta que se antevê recheada de aliciantes.

sexta-feira, abril 20, 2012

Domingo: Runa

Este domingo, a volta é de Runa. O percurso é o seguinte



sexta-feira, abril 13, 2012

Clássica de Santa Cruz: alteração do percurso!

ALTERAÇÃO DO PERCURSO DEVIDO A OBRAS!
Devido ao corte da estrada da Mugueira-Tapada de Mafra (motivo: obras), o percurso da Clássica de Santa Cruz sofrerá a seguinte alteração: assim, após o topo da Picanceira, no final curta descida, virar à esquerda para Sobral da Abelheira - atenção descida íngreme! - e no final desta, após uma ponte, logo à direita, em «gancho» a subir, para um troço que vai dar à porta da Tapada (quem participou já este ano na volta do Gradil, conhece-o. Desta feita, obviamente, será feito em sentido inverso. Uma vez na Tapada, entra-se no percurso original, à esquerda para a vila do Gradil.

A Clássica de Santa Cruz - 2012 realiza-se no próximo domingo. O terceiro evento do género esta temporada tem partida e chegada a Loures (posto de abastecimento da BP, junto ao nó da A8), na distância de 120 km, com partida às 8h00.
A Clássica de Santa Cruz tem um percurso muito interessante, suficientemente exigente. A morfologia do percurso desta Clássica nada tem a ver com o das anteriores já realizadas este ano (Santarém e Évora). Obviamente, é mais acidentado, com sucessão de subidas dignas de registo, como são os casos do Forte de Alqueidão (de Bucelas), Encarnação, Picanceira, Gradil (vertente Oeste) e Vila Franca do Rosário.
Como nas anteriores edições desta Clássica, a tirada será NEUTRALIZADA à chegada à MALVEIRA (km 103,3 - rotunda do nó da A21 Malveira-Ericeira), no final da subida de Vila Franca do Rosário, após o que se seguirá a conclusão do percurso estipulado até Loures. A neutralização tem como objetivo salvaguardar a segurança – em especial no atravessamento sempre muito congestionado da Malveira e Venda do Pinheiro, e já perto do final, de Pinheiro de Loures e Barro - e não pressupõe, forçosamente, paragem para reagrupamento de elementos retardatários.

quarta-feira, abril 11, 2012

Crónica do Reguengo

A volta do Reguengo, no domingo passado, foi disputada em ritmo moderado, mas não foi falha de momentos de animação que fazem sempre o gosto nestas saídas domingueiras.
Talvez pelos compromissos pascais, a adesão não foi tão elevada como noutras ocasiões, principalmente em percursos planos, mas o grupo, de cerca de 15 a 20 unidades, desde cedo assumiu as «responsabilidades» da fase já avançada da época e à cabeça imprimiu-se, desde a variante de Vialonga, após recomendável aquecimento, um andamento de cruzeiro a rondar os 35-40 km/h.
Com este, naturalmente, a coluna manteve-se compacta, mas não demorou a que alguns elementos mais empertigados espevitassem a toada, com ligeiras acelerações que fomentaram cortes que originassem fugas e consequentes perseguições. Uma intenção lúdica que não se critica, aliás, até se aprecia. Digo eu...
Mas todas as primeiras iniciativas causaram cisões no pelotão que deixaram na frente um lote demasiado numeroso e forte para o necessário equilíbrio de forças entre fugitivos e perseguidores. Por isso, o pelotão nunca permitiu que as fugas pegassem. A única ocasião, até ao Carregado, em que foi concedida essa «autorização», coube-a ao André, mas em solitário. Todavia, o jovem abdicou após um ou dois quilómetros em que a vantagem parecia consolidar-se. Sozinho seria uma tarefa árdua, sem dúvida...
Mas, à passagem pelo Carregado, finalmente pegou uma fuga, e totalmente em contraponto com o que referi antes e que seria aconselhável. Ou seja, destacou-se um grupo numeroso e forte. E ainda mais, quando teve o consentimento do pelotão. Estranho, podia pensar-se... Mas houve um motivo: o André estava entre os que ficaram atrás, e como é seu timbre, rapidamente demonstrou que o esforço de perseguição ficaria para... outros. Mas desta vez teve azar. Ninguém se voluntariou, à exceção de um elemento do Ciclismo 2640, que nem se apercebeu da situação e até Azambuja dedicou-se a meter um andamento bom, mas abaixo do que seria necessário a uma perseguição efetiva. Refira-se que, na frente, rolavam elementos como o Filipe Arraiolos (de quem partiu a iniciativa), o Jorge, Runa, Aurélio, Duarte, António...
Logo, o André rapidamente se sentiu «aprisionado» perante a falta de disponibilidade dos que o poderiam levar aos da frente: entre estes, eu, o Freitas, o Alex, o Ruben (que algures tentou fazer a transição «a solo», sem êxito). Mas nunca deu o exemplo, de dar a cara ao vento. Aliás, o elemento do Ciclismo 2640 confidenciou, mais tarde, que, numa altura precoce da fuga, em que não estava consolidada, ele lhe tinha sugerido para não... puxar. Ou seja, acreditando que deveriam ser outros a levá-lo até à frente. Repito: enganou-se e, como referi, ficou «retido» atrás, como eu ou o Freitas e todos os outros...   
De facto, a fuga estava consolidada e ganhava avanço a cada quilómetro. E assim continuaria se, após a Azambuja, quando se entrou na estrada do Reguengo/Valada, os fugitivos não abdicassem, permitindo que o pelotão se reagrupasse. Surpresa: nessa altura já o André abandonara o comboio. Não estava nos seus dias, definitivamente... Tal como na semana anterior, em Montejunto. Depois de duas Clássicas favoráveis. Para Santa Cruz, aguentem-no!
A partir daí e durante longos quilómetros, inclusive no regresso, não voltou a haver mexidas relevantes, apenas um andamento elevado, sob principal responsabilidade do Filipe Arraiolos (excelente forma) e a espaços do Aurélio (idem). Por isso, à chegada a Loures, a média estava em apreciáveis 34,5 km/h.
Ressalva, ainda, para um último momento de «calor». E o mais intenso da jornada: lançado na reta da Sagres (Vialonga), pelo Freitas (magnífico ritmo na subida), «atirei-me» pela Variante a toda a velocidade, primeiro na companhia do Aurélio, e depois na zona do MARL, do António (ótima forma também), numa correria que fixou uma média (deste setor) até Loures de 44 km/h. De trás, ainda vieram o Arraiolos e o Freitas em frenética perseguição que se consumou já no Tojal, e que lhes permitiu lançarem-se, em forte aceleração, no topo de S. Roque, num grande final de jornada, deixando os demais para trás...
Que venha a Clássica Santa Cruz!  (ATENÇÃO: VER ANTECIPAÇÃO E INFORMAÇÕES NO «POST» ANTERIOR)          

Clássica de Santa Cruz

ALTERAÇÃO DO PERCURSO DEVIDO A OBRAS!
Devido ao corte da estrada da Mugueira-Tapada de Mafra (motivo: obras), o percurso da Clássica de Santa Cruz sofrerá a seguinte alteração: assim, após o topo da Picanceira, no final curta descida, virar à esquerda para Sobral da Abelheira - atenção descida íngreme! - e no final desta, após uma ponte, logo à direita, em «gancho» a subir, para um troço que vai dar à porta da Tapada (quem participou já este ano na volta do Gradil, conhece-o. Desta feita, obviamente, será feito em sentido inverso. Uma vez na Tapada, entra-se no percurso original, à esquerda para a vila do Gradil.  

A Clássica de Santa Cruz - 2012 realiza-se no próximo domingo. O terceiro evento do género esta temporada tem partida e chegada a Loures (posto de abastecimento da BP, junto ao nó da A8), na distância de 120 km, com partida às 8h00.
A Clássica de Santa Cruz tem um percurso muito interessante, suficientemente exigente. A morfologia do percurso desta Clássica nada tem a ver com o das anteriores já realizadas este ano (Santarém e Évora). Obviamente, é mais acidentado, com sucessão de subidas dignas de registo, como são os casos do Forte de Alqueidão (de Bucelas), Encarnação, Picanceira, Gradil (vertente Oeste) e Vila Franca do Rosário.
Como nas anteriores edições desta Clássica, a tirada será NEUTRALIZADA à chegada à MALVEIRA (km 103,3 - rotunda do nó da A21 Malveira-Ericeira), no final da subida de Vila Franca do Rosário, após o que se seguirá a conclusão do percurso estipulado até Loures. A neutralização tem como objetivo salvaguardar a segurança – em especial no atravessamento sempre muito congestionado da Malveira e Venda do Pinheiro, e já perto do final, de Pinheiro de Loures e Barro - e não pressupõe, forçosamente, paragem para reagrupamento de elementos retardatários.

sexta-feira, abril 06, 2012

Domingo: Reguengo (sentido inverso)

Duas semanas depois da Clássica de Évora (cuja crónica... possível... não está esquecida), uma semana após uma animadíssima e extremamente exigente volta de Montejunto, e porque não, a uma semana da terceira Clássica da temporada, a interessante e seletiva, Santa Cruz, eis que o pelotão... rola.
No domingo, a volta é a do Reguengo, mas no sentido contrário ao habitual, com entrada à esquerda na Azambuja (ponte junto a rotunda da estalagem/praça de touros) e regresso por Cruz do Campo. Percurso acessível com relevo simples (atenção que o track do site está no sentido habitual; no domingo será precisamente o inverso). 

quinta-feira, março 29, 2012

Domingo: Montejunto (Vila Verde)

A volta do próximo domingo será a primeira incursão do ano a Montejunto, pela vertente de Vila Verde dos Francos.
O percurso é o seguinte: Loures-Tojal-Bucelas-Arranhó-Forte de Alqueidão-Sobral-Freiria-Carmões-Merceana-Atalaia-Vila Verde dos Francos-Montejunto (regresso pelo trajeto inverso)
Distância: aprox. 115 km

Pontos de neutralização:
-Sobral (rotunda da Praça de Touro)
-Alto de Montejunto