A volta do próximo domingo mantém a tendência neste período para os percursos rijos: é a da Ericeira-Carvalhal, com o seguinte traçado.
Espaço aberto à opinião dos ciclómanos sobre ciclismo. De simples entusiastas da modalidade aos que a praticam. Sítio de tertúlia, onde fluem conversas de ciclistas sobre ciclismo.
quinta-feira, agosto 28, 2014
quinta-feira, agosto 21, 2014
Domingo: A-dos-Loucos
A volta do próximo domingo (dia 24) é a de A-dos-Loucos. Um regresso saudado! O percurso (94 km) é o seguinte... e não é propriamente pêra doce!
quarta-feira, agosto 20, 2014
Crónicas resumidas no Facebook
Por falta de tempo para crónicas mais alargadas, deixo aqui os resumos das últimas voltas que tenho feito no Facebook (na página do Grupo Ciclismo).
Clássica de Montejunto (dia 15 de agosto)
Clássica de Montejunto, por Pragança, dos camaradas Duros, «cheia» de vento e para mim algo atribulada ou mais do que isso! Logo a sair de Loures, o Strava deixou de funcionar... (não é fundamental mas sem ele não tem a mesma piada...), depois a descer para a Merceana partiu-se um raio, e entre abrir o travão e o «resto» perdi o comboio para não mais voltar a apanhá-lo... até ao alto de Montejunto. Tentei, mas sabe-se como a locomotiva anda nestas clássicas! Quase uma h...ora de cara ao vento foi excelente treino, mas sem a maralha não teve tanta piada. Subi já desgastado, mas com boas sensações.
Depois, no regresso, quando descia a toda a velocidade pela mesma vertente, na companhia do Bruno de Alverca, na última curva antes do cruzamento para a Abrigada rebenta-se a câmara de ar. Temi logo pelo pneu. Mas foi pior. Foi o rebordo do aro da roda de (carbono) a ceder e o pneu saiu da jante. Aro para o lixo! Mas qual foi o motivo?! Sobreaquecimento?! Não estava assim tanto calor (apesar do aro estar a escaldar quando lhe toquei). Talvez tenha sido isso, agravado por ter enchido o pneu com pressão excessiva (a minha bomba tem o manómetro pifado e encho o pneu até ficar tipo... pedra).
Agora, com pressão baixa e muito cuidado nas descidas (os dois travões totalmente abertos) segui...
Para terminar, quando rolavámos a boa velocidade, a favor do vento, na rotunda do Terminal de Mercadorias (entre Carregado e Castanheira), o Bruno cai violentamente devido a óleo/gasóleo na estrada. Felizmente, apenas umas escoriações e forte hematoma no braço esquerdo, mas como sucede em quase todas as quedas, deve dar graças ao capacete, qual anjo da guarda.
Apesar destes precalços todos (e prejuízos também), sublinho a ideia: muito bom treino, e apesar dos 35 km «a solo», contra o vento, também a média de 30 km/h!
Sintra-Lagoa Azul (dia 17 de agosto)
Sintra-Lagoa Azul com um grupo (principal) ainda mais restrito do que para a Carnota, mas a refletir algo mais do que a justificação das férias. Poucos mas uma vez mais... bons. Dos habitués do grupo Pina Bike - que são cada vez menos! -, apenas a ausência do sinistrado Bruno, certamente a recuperar das mazelas da queda de sexta-feira. Alinharam: eu, o Jony, o Renato Ferreira, Ricardo Afonso, Luís Veloso, João Polícia, Amândio e Salvador. Saúda-se a presença do Renato Ferreir...a, que mostrou credenciais nas diversas subidas exigentes da jornada, em especial na Lagoa Azul, em que não tirou o 50! E mais tarde, na Várzea para Sintra, 'recuperando' nos últimos metros do atraso na descida do Pé da Serra, uma 'partida' minha e do Jony. A este pertence grande parte do mérito da média final de 30 km/h. Mas todos tiveram um contributo bastante ativo, menos na reprimenda coletiva, bem merecida, do comandante da GNR de Pero Pinheiro!! Felizmente ficou por aí. Mas não abusemos da sorte... nos vermelhos.
Clássica de Montejunto (dia 15 de agosto)
Clássica de Montejunto, por Pragança, dos camaradas Duros, «cheia» de vento e para mim algo atribulada ou mais do que isso! Logo a sair de Loures, o Strava deixou de funcionar... (não é fundamental mas sem ele não tem a mesma piada...), depois a descer para a Merceana partiu-se um raio, e entre abrir o travão e o «resto» perdi o comboio para não mais voltar a apanhá-lo... até ao alto de Montejunto. Tentei, mas sabe-se como a locomotiva anda nestas clássicas! Quase uma h...ora de cara ao vento foi excelente treino, mas sem a maralha não teve tanta piada. Subi já desgastado, mas com boas sensações.
Depois, no regresso, quando descia a toda a velocidade pela mesma vertente, na companhia do Bruno de Alverca, na última curva antes do cruzamento para a Abrigada rebenta-se a câmara de ar. Temi logo pelo pneu. Mas foi pior. Foi o rebordo do aro da roda de (carbono) a ceder e o pneu saiu da jante. Aro para o lixo! Mas qual foi o motivo?! Sobreaquecimento?! Não estava assim tanto calor (apesar do aro estar a escaldar quando lhe toquei). Talvez tenha sido isso, agravado por ter enchido o pneu com pressão excessiva (a minha bomba tem o manómetro pifado e encho o pneu até ficar tipo... pedra).
Agora, com pressão baixa e muito cuidado nas descidas (os dois travões totalmente abertos) segui...
Para terminar, quando rolavámos a boa velocidade, a favor do vento, na rotunda do Terminal de Mercadorias (entre Carregado e Castanheira), o Bruno cai violentamente devido a óleo/gasóleo na estrada. Felizmente, apenas umas escoriações e forte hematoma no braço esquerdo, mas como sucede em quase todas as quedas, deve dar graças ao capacete, qual anjo da guarda.
Apesar destes precalços todos (e prejuízos também), sublinho a ideia: muito bom treino, e apesar dos 35 km «a solo», contra o vento, também a média de 30 km/h!
Sintra-Lagoa Azul (dia 17 de agosto)
Sintra-Lagoa Azul com um grupo (principal) ainda mais restrito do que para a Carnota, mas a refletir algo mais do que a justificação das férias. Poucos mas uma vez mais... bons. Dos habitués do grupo Pina Bike - que são cada vez menos! -, apenas a ausência do sinistrado Bruno, certamente a recuperar das mazelas da queda de sexta-feira. Alinharam: eu, o Jony, o Renato Ferreira, Ricardo Afonso, Luís Veloso, João Polícia, Amândio e Salvador. Saúda-se a presença do Renato Ferreir...a, que mostrou credenciais nas diversas subidas exigentes da jornada, em especial na Lagoa Azul, em que não tirou o 50! E mais tarde, na Várzea para Sintra, 'recuperando' nos últimos metros do atraso na descida do Pé da Serra, uma 'partida' minha e do Jony. A este pertence grande parte do mérito da média final de 30 km/h. Mas todos tiveram um contributo bastante ativo, menos na reprimenda coletiva, bem merecida, do comandante da GNR de Pero Pinheiro!! Felizmente ficou por aí. Mas não abusemos da sorte... nos vermelhos.
quinta-feira, agosto 14, 2014
Domingo: Sintra- Lagoa Azul
No próximo domingo, dia 17, a Volta é a Sintra-Lagoa Azul, uma das mais antigas do nosso calendário. O percurso é o seguinte. Esperemos que, depois da Clássica de Montejunto de amanhã, sexta-feira), as pernas estejam «católicas» para aproveitar bem um traçado que tem tanto de espetacular como de exigente, com destaque para a dura subida da Lagoa Azul (da vertente da Penha Longa).
terça-feira, agosto 12, 2014
Crónica de Santana da Carnota
No passado
domingo, primeiro teste a sério à minha condição física após o regresso do
interregno de três semanas durante as férias. Ainda não está «no ponto», nem
perto e nem deveria, mas os progressos, para já, são bastante positivos, a
atentar aos indicadores retirados desta Volta da Carnota, com 90 km e 1250
metros de acumulado, cumprida à esclarecedora média de 34,2 km/h. Muitas fases
de intensidade média alta e... muito alta; momentos de descanso, muito poucos!
Andamento seletivo praticamente desde o arranque de Loures – o que, sublinho,
seria (e é) dispensável -, a definir, entre um pelotão bem composto, um grupo muito
restrito que fez quase toda a jornada, apenas com mais uma «perdas» com o
decorrer dos quilómetros e das dificuldades do revelo, causadores de natural agravamento
da fadiga.
À passagem
pelo Tojal, já a locomotiva ia aumentando o vapor, pela mão do maquinista Jony,
desde logo correspondido pelo Augusto Vitorino e o Ricardo Gonçalves, o trio que
mais estimulou o andamento em toda a volta – no caso do Jony até deixar de
integrar o grupo, na subida da Carnota. O resultado foi uma média de 36,5 km/h
até Alverca, ao início da subida de A-dos-Melros – a estabelecer diversas taças
e KOM’s no Strava -e nesta não menos intensos 31,5 km/h (4.º melhor tempo), a
sacudirem os últimos resistentes num grupo em que permaneceram, estoicamente
apenas oito elementos: Jony, Augusto, Ricardo Gonçalves, André, Duarte
Salvaterra, Ricardo Afonso, Bruno de Alverca e eu. Do alto de A-dos-Melros a
Alenquer, 40 de média! Mas não sem alguns ímpetos excessivos e outras ameaças:
logo na descida para Alhandra, quando o Jony «Martin» meteu o acelerador a
fundo, levando o Augusto na roda, destacando-se cerca de 100 metros do grupo, surgiram
algumas «desinteligências» devido ao comportamento rodista do André, a
arriscarem quebrar a harmonia ainda numa fase madrugadora da volta. Com
escaramuças, os prejudicados seriam os mais «fracos»: entre eles, eu! Felizmente,
ficaram por aí, após a recolagem com o duo que se adiantara, e foram definitivamente
sanadas entre Alhandra e Alenquer, antes da entrada na subida de Perrotes.
Aqui, na
abordagem o Gonçalves imprimiu um ritmo muito bom e manteve-o na dura rampa em
empedrado, mas foi o Vitorino a provocar a maior seleção, ficando apenas com a
companhia daquele e a do André. Eu vi-me forçado a abdicar a meio da subida e
meter o meu passo, para respirar, enquanto o Duarte fez o mesmo cerca de 300
metros mais adiante. Ambos aguardámos pela reintegração dos que vinham de trás.
«Reanimado», puxei até ao alto, onde tínhamos o trio da frente quase a perder
de vista. Todavia, com a enorme disponibilidade do Jony (Martin) voltámos a
reentrar em Santana da Carnota, mesmo a tempo de nos fazermos à terceira subida
do dia.
Esta foi iniciada
a um ritmo bastante moderado, mas curiosamente após o Duarte ter pedido para
moderá-lo ainda mais o duo Gonçalves-Vitorino voltou a meter lenha, acabando
por seu eu (com muito melhores sensações do que em Perrotes) a terminar a ascensão.
Resultado: o Jony e o Ricardo Afonso cederam. E quando seria previsível que
aguardássemos, carregou-se em direção ao Sobral. Parte da culpa (por não pedir
para refrear o andamento) assumida!
Reduzido a
seis elementos - mas em breve a cinco com o «abandono» do Vitorino, sem aviso,
na descida (ou antes) da Cabeda -, o grupo continuou a andamento vivo em
direção a Sapataria, agora com as despesas entregues exclusivamente ao (imparável)
Gonçalves e mim. Parceria que continuou na subida de Sapataria, mas quebrada
logo a seguir (para aliviar a carga, que começava a pesar nas pernas), deixando
o comando entregue ao matulão na aproximação ao Vale de S. Gião.
Na subida
final, para Montachique, voltei à dianteira e «levei» o grupo até ao café do
Ovo Frito, altura em que o Duarte cortou em direção a Lousa e o Gonçalves
voltou a castigar os crenques. No topo, apenas ele e o «discreto» André, abrindo
10 metros para mim e o Bruno, forçando lançarmos numa cooperante perseguição (o
André deu meia-volta no cruzamento das Salemas) até Loures, a velocidades que, amiúde,
superaram os 70 km/h na descida de Malha Pão.
quinta-feira, agosto 07, 2014
Crónica da N. Sra. Ajuda e percurso da Carnota
Volta da Nossa Sra. Da Ajuda com um pelotão numeroso e com excelente nível que elevou bastante o grau de exigência. No terreno plano inicial, entre Sacavém e Vila Franca, fases de grande velocidade, destacando-se os trabalhos de Augusto Vitorino, Jony Martin (Santos), João Silva, Rui Torpes e Ricardo Gonçalves. Depois, na abordagem ao Alto do Agruela, surpreendente iniciativa do Mário Kiryenka, que levou o pelotão a um ritmo de respeito, e já seletivo, no que foi rendido pelo... Freitas, que manteve e até meteu 'um nível acima' até à entrada do último km. Apenas um reparo ao seu bom trabalho: poderia ter sido menos forte e mais duradouro, por exemplo ao nível do que o Mário acabara de fazer; acima de tudo porque era a primeira subida do dia... Ao topo já chegou um grupo restrito.
E o ritmo não aliviou na ligação a Arruda. Todavia, a entra na Mata foi muito mais branda. Só após as 'casas' aumentou, pelo Augusto. Então, o grupo foi-se fracionando até ao alto, mas com diferenças escassas.
A seguir, descida rápida para Santiago dos Velhos e estávamos na rampa de Nossa Sra. da Ajuda, realizada com moderação. E no alto, a informação que o Ricardo Gonçalves tinha furo ainda à saída de Santiago. Então, eu e o Torpes descemos em auxílio e quando o "resgatámos" fui eu o acidentado: um cão tresloucado e sem a devida responsabilidade do seu dono, que o libertou sem cautela, abalroou-me literalmente. Felizmente e com sorte por ir devagar, resultou apenas uns arranhões nos cromados.
Em seguida, os três fizemos a ligação a Bucelas e ao Freixial, para subir Ribas. Estava a sentir-me bem e ti o andamento na fase inicial, até Ribas de Baixo, mas depois os meus parceiros tomaram o controlo das operaçõs e tive de cerrar os dentes nas suas rodas, só perdendo o contacto após a curva grande do parque de Montachique. No alto, os restantes do grupo aguardavam-nos.
Reunidos, descemos a toda a velocidade para Fanhões em direção a Loures, com um final musculado em S. Roque, onde o Augusto, o João Silva, Duarte Salvaterra e o Ricardo Gonçalves mostraram mais chispa, mas até às bombas, o Jony Martin e eu ainda fechámos os espaço.
Grande jornada, em que continuei a sentir evoluções e apesar do contacto com o asfalto.
DOMINGO, VOLTA DA CARNOTA - COM ALTERAÇÃO NO PERCURSO
No próximo domingo, Volta da Carnota, com ALTERAÇÃO AO PERCURSO, pelo motivo de a estrada, a partir dos Cadafais para a Carnota, estar cortada devido a obras. Assim, o PERCURSO segue do Carregado até Alenquer e sobe por Perrotes (subida conhecida) e depois do alto liga-se a Santana da Carnota, para a subida final. Mais tarde, a seguir ao Sobral, desce-se pela CABEDA, para a estrada de Sapataria e acaba-se na subida de Montachique (desde Vale de S. Gião). Alerte-se, ainda, que, no início, a partir de Alverca, sobe-se A-dos-Melros e desce-se por A-DO-FREIRE-S. JOÃO DOS MONTES, para ALHANDRA.
E o ritmo não aliviou na ligação a Arruda. Todavia, a entra na Mata foi muito mais branda. Só após as 'casas' aumentou, pelo Augusto. Então, o grupo foi-se fracionando até ao alto, mas com diferenças escassas.
A seguir, descida rápida para Santiago dos Velhos e estávamos na rampa de Nossa Sra. da Ajuda, realizada com moderação. E no alto, a informação que o Ricardo Gonçalves tinha furo ainda à saída de Santiago. Então, eu e o Torpes descemos em auxílio e quando o "resgatámos" fui eu o acidentado: um cão tresloucado e sem a devida responsabilidade do seu dono, que o libertou sem cautela, abalroou-me literalmente. Felizmente e com sorte por ir devagar, resultou apenas uns arranhões nos cromados.
Em seguida, os três fizemos a ligação a Bucelas e ao Freixial, para subir Ribas. Estava a sentir-me bem e ti o andamento na fase inicial, até Ribas de Baixo, mas depois os meus parceiros tomaram o controlo das operaçõs e tive de cerrar os dentes nas suas rodas, só perdendo o contacto após a curva grande do parque de Montachique. No alto, os restantes do grupo aguardavam-nos.
Reunidos, descemos a toda a velocidade para Fanhões em direção a Loures, com um final musculado em S. Roque, onde o Augusto, o João Silva, Duarte Salvaterra e o Ricardo Gonçalves mostraram mais chispa, mas até às bombas, o Jony Martin e eu ainda fechámos os espaço.
Grande jornada, em que continuei a sentir evoluções e apesar do contacto com o asfalto.
DOMINGO, VOLTA DA CARNOTA - COM ALTERAÇÃO NO PERCURSO
No próximo domingo, Volta da Carnota, com ALTERAÇÃO AO PERCURSO, pelo motivo de a estrada, a partir dos Cadafais para a Carnota, estar cortada devido a obras. Assim, o PERCURSO segue do Carregado até Alenquer e sobe por Perrotes (subida conhecida) e depois do alto liga-se a Santana da Carnota, para a subida final. Mais tarde, a seguir ao Sobral, desce-se pela CABEDA, para a estrada de Sapataria e acaba-se na subida de Montachique (desde Vale de S. Gião). Alerte-se, ainda, que, no início, a partir de Alverca, sobe-se A-dos-Melros e desce-se por A-DO-FREIRE-S. JOÃO DOS MONTES, para ALHANDRA.
quarta-feira, julho 30, 2014
Domingo: Nossa Sra. da Ajuda
Uma semana
volvida da Clássica do Cartaxo, para o próximo domingo, Volta da Nossa Sra. Da Ajuda.
Esta edição com uma ligeira alteração no percurso habitual, para acrescentar
mais alguns quilómetros (ainda assim, a rondar os 85 km). Sobe-se de Vila
Franca para o Alto do Agruela (subida do hospital) – em vez de Alverca para A-dos-Melros
-, e depois da N. Sra. da Ajuda desce-se para Bucelas e não pelo setor da Tesoureira,
antes de enfrentar Ribas.
Uma volta
mais curta do que é habitual, mas com condimentos suficientes para «saciar a gula»,
principalmente aos trepadores, com três subidas interessantes no menu: Agruela-Mata-Ribas;
não excluindo ex-líbris da jornada, a rampa dura da N. Sra. da Ajuda. Mas não agradará
só àqueles: o longo setor da EN10 (Sacavém-Vila Franca – 25 km) servirá muito
bem aos mais roladores, que certamente terão oportunidade de «desgastar» os
trepadores.
Atenção, o
início é por Frielas/Unhos/Sacavém!
quinta-feira, julho 24, 2014
Domingo: Clássica do Cartaxo
No próximo domingo, Clássica do Cartaxo, uma das 'grandes' da nossa temporada. O percurso é o tradicional (clicar para ver) e a saída de Loures (bombas da BP) é às 8h00.
quinta-feira, julho 17, 2014
Domingo: À Volta da Serra
A Volta do próximo domingo é a À Volta da Serra. Para os que não irão estar (como eu, infelizmente) no Skyroad da Serra da Estrela, o percurso é o seguinte
sábado, julho 12, 2014
sexta-feira, junho 27, 2014
quinta-feira, junho 19, 2014
Domingo: Topos de Alenquer
A Volta do próximo domingo não podia fazer melhor rescaldo do Grandfondo do Gerês. Ou então, não... É inédita no nosso calendário e denomina-se, de forma quase insuspeita, de Topos de Alenquer. Diz-se insuspeita, porque de topos... têm pouco.
Espere-se, por isso, dureza na altimetria, que a acrescentar à distância, no limiar dos 120 km, elevam o nível de exigência para o de «digestão difícil» da jornada minhota da semana passada. E como ela tem sido difícil... (no meu caso pessoal!).
O percurso é o seguinte; e inclui cinco «Topos» na zona de Alenquer - refira-se que o pensei a «pedido» do camarada Pedro Fernandes no defesa da último temporada -, a maioria bastante «picante», como a Serra da Ota, Casais de Marinela, a subida dos Bombeiros de Alenquer, além da subida para Canados e as Cachoeiras. A primeira parte do trajeto, todavia, é praticamente a rolar, de Loures a... Alenquer!
Tem tudo para ser uma grande jornada, para alguns já a preparar o Grandfondo da Serra da Estrela
Espere-se, por isso, dureza na altimetria, que a acrescentar à distância, no limiar dos 120 km, elevam o nível de exigência para o de «digestão difícil» da jornada minhota da semana passada. E como ela tem sido difícil... (no meu caso pessoal!).
O percurso é o seguinte; e inclui cinco «Topos» na zona de Alenquer - refira-se que o pensei a «pedido» do camarada Pedro Fernandes no defesa da último temporada -, a maioria bastante «picante», como a Serra da Ota, Casais de Marinela, a subida dos Bombeiros de Alenquer, além da subida para Canados e as Cachoeiras. A primeira parte do trajeto, todavia, é praticamente a rolar, de Loures a... Alenquer!
Tem tudo para ser uma grande jornada, para alguns já a preparar o Grandfondo da Serra da Estrela
quinta-feira, junho 05, 2014
Crónica da Clássica Pina Bike
Que proveitoso foi ter
sido o elemento mais fraco (ou quase) do grupo que se destacou a partir da
primeira subida maior da Clássica Pina Bike de 2014, realizada no último
domingo, talvez uma das mais interessantes e mais exigentes dos últimos tempos,
reunindo um extenso lote de participantes de indiscutível craveira e
proporcionando uma jornada excelente de ciclismo. Digo-o, porque serviu de teste
quase perfeito de preparação para o Grandfondo do Gerês, que é já no próximo
dia 15.
O percurso desta clássica
foi a condizer com estes objetivos e o nível qualitativo e motivacional da
maioria dos elementos que esteve presente compôs o resto. Um recheado pelotão
zarpou de Loures para um desafio de quase 140 quilómetros e mais de 2000 metros
de desnível positivo acumulado, por apanhado de algumas das subidas mais
exigentes e simbólicas da nossa região.
Na fase inicial do
trajeto, todavia, cerca de 50 km em terreno mais acessível, quase sempre plano,
até Alenquer, e depois em suave ondulado até Ribafria, onde se iniciou a
primeira subida do dia: Pereiro de Palhacana. Até lá, muita disponibilidade na
condução do pelotão, embora com a moderação que o traçado montanhoso lá mais
para a frente recomendava. O Freitas foi um dos que mais se destacaram no
trabalho no seu terreno predileto, mas não foi o único a colaborar para que a
média em Ribafria se situasse em apreciáveis 35 km/h. De resto, a partir de
Alenquer, e principalmente do cruzamento da Espiçandeira, para o falso plano
ascendente que liga a Ribafria, o andamento subiu um bom nível, para disparar
na rampa íngreme de entrada na subida de Palhacana (3,6 km a 4,5%).
Então, aqui, a separação
definitiva. Ao contrário do que tinha sugerido/aconselhado na apresentação da
Clássica, mas previsível pelo contingente de nível que nela figurava, logo na
primeira rampa o andamento foi forte ao ponto de separar desde logo as águas...
Mesmo entre os que se destacaram formaram-se dois grupos, que a irregularidade
da vertente ajudou a reunir no derradeiro quilómetro da ascensão. No cume, talvez
menos de um terço dos que integravam o pelotão no sopé: eu, Rui Torpes, Renato
Ferreira, Tiago Silva, Ricardo Gonçalves, Augusto Vitorino, André, Ricardo
Afonso, Capela, Duarte Azenha, Carlos Santos e, entrando mais tarde, Tiago
Martins. Para mim, 175 de pulsação média. Uff...
Na ligação ao Sobral,
recuperação. Mas a acalmia não chegou sequer à vila. Pelo menos, para mim,
vítima (ou afortunado) de mim próprio... Ainda para mais tinha acabado de
«ordenar» ao Afonso que não passasse mais pela frente (fê-lo por breves instantes
no início da subida que terminara), que nos poupássemos para as (muitas) agruras
que ainda se seguiriam. Mas eu aprecio quando o ritmo nas transições é morno e
por isso passei para a frente para o estimular. Mas só isso. Ainda acenei para
que me seguissem, e o que ganhei foi... a parceria do Torpes. Ui! Abeirou-se e
lançou-me o desafio da fuga algo dissimulado (para meio entendedor...) e eu não
podia fazer-me rogado. O mais que se disse foi: «queres lixar-me!». Presente
envenenado! Mas muito proveitoso. A partir daí metemos um ritmo forte, em
colaboração, embora sentindo-o sempre a não entrar em sobre-regimes. Eu nem
tanto, principalmente desde que entrámos na subida da Cabeda (178) até ao
Alqueidão (177). Não vislumbrarmos o grupo de perseguidores encorajava-nos.
Estariam a ser permissivos. O Torpes alertava: «já vi fugas resultarem
assim...»
No entanto, a resposta
tardou mas foi eficaz. Pelos vistos, começou ainda na Cabeda e culminou já em
plena descida da Louriceira. Nestas coisas há sempre «estranhezas», como a de o
esforço da perseguição ter sido exclusivamente do Tiago Silva, num grupo tão
bem composto. De qualquer modo, o facto de nos ter retirado quase 1 minuto no setor
Cabeda-Alqueidão! Por esse motivo, apesar de ter durado cerca de 40 minutos (e
muitas forças preciosas!), a nossa aventura não foi mais longe...
Então, para mim, era tempo
de ver como era «recebido» no grupo. Não foi com hostilidade, o que agradeci,
aproveitando para recuperar algumas forças na descida para Monfalim e Arruda. Mas
a fuga tinha sido um estímulo e na abordagem à Mata voltei a encabeçar o grupo,
no que tive rápida parceria do Augusto. Aí fiquei até ao primeiro gancho,
quando o Tiago tomou as rédeas, fazendo grande parte das despesas até perto do
alto, quando houve uma mudança de velocidade que deixou em dificuldades alguns
elementos, entre eles, eu... (após 177 de batidas médias). Mas houve quem
perdesse o comboio. Não definitivamente, porque a descida foi «sem pedalar» e
seguiu-se uma paragem para reabastecimento na N. Sra. Da Ajuda.
A partir daí (já com as
ausências do Afonso, Capela, Duarte e do Paulo Pais que nos intercetou na
subida para o Alqueidão) e com o Tiago Martins reintegrado, rumámos à
Tesoureira.
E novamente, para mim, o
mesmo figurino (ou figurinha...). Entrei cheio de alma, como um lobo, como se
não houvesse amanhã, com o ímpeto de manter todos aqueles poderosos na roda,
mas apesar de não ter tido saída de sendeiro, tive de suar as estopinhas para
me agarrar na fase final da subida (172). Nova baixa: André.
Seguiu-se Ribas, e pelas
sensações que vinha a ter, não esperava que após a rampa de entrada, com o
andamento estimulado por uma iniciativa do Torpes e do Augusto, não tivesse
mais capacidade para seguir o grupo. As pernas não respondiam e tive de meter
andamento de contenção, sempre a perder terreno. Na dianteira, só via o grupo
perseguidor com o Tiago Martins em evidência – renascido das cinzas e mais
dinâmico do que nunca! Os primeiros, não sei quanto tempo fizeram, mas o melhor
registo do Strava foi o do Ricardo Gonçalves com 8m42s. O 3.º melhor! Muito
bom! O Tiago, o último contabilizado, 9m17s, excelente! Eu, mesmo assim, 10m02s.
No Alto do Andrade, embora
sem grande esperança de voltar ao grupo, não abdiquei e lancei-me a caminho de
Lousa, para Montemuro. À entrada, o local incentiva-me: «eles vão mesmo aí à
frente!». E iam... Após o cemitério, estavam a 200 metros e pareciam
tranquilos. Por isso, carreguei (o que podia...). Só que... a pouco menos de 50
metros, (pareceu-me) o Tiago mexeu na frente (enormíssima parte final de Clássica:
temos homem para o Gerês!) e levou o Torpes e o Augusto. Os restantes ainda
hesitaram, mas creio que preferiram aguardar por mim. De qualquer modo, as forças
já iam justas para todos. O Carlos Santos recuou e deu-me a sua roda para me recolocar.
Mas a aproximação ao topo foi rapidíssima e levou-me a energia que restava até
à reserva.
Resultado, logo que entrou
a subida (e é suave) das Galés não deu mais, fiquei definitivamente sozinho,
limitando-me a gerir o (pouco) que restava, porque ainda me faltava... chegar a
Alverca!
Em Loures, 4 minutos de
atraso para os primeiros. Mas, à chegada a casa, total de 170 km e 5h45m de
grande treino – e estimulante ciclismo!
O TPC está feito, agora
recuperar bem, e que venha o Gerês!
Alteração à Volta do próximo domingo
Novamente a pedido de «várias famílias» interessadas no Grandfondo do Gerês, altera-se a volta do próximo domingo, que seria a de Belas. Em sua substituição uma menos «áspera»: Ota que, por hábito, desenrasca este tipo de situações, embora na sua versão mais longa, com 116 km, com início por Frielas, Unhos e Sacavém. O percurso.
Fica então a alteração.
Já para a próxima terça-feira, feriado, a volta eleita é a do Reguengo. O percurso
Fica então a alteração.
Já para a próxima terça-feira, feriado, a volta eleita é a do Reguengo. O percurso
terça-feira, maio 27, 2014
Clássica Pina Bike
A pedido de várias «famílias» e, em especial, do nosso
patrão, Pina, a Clássica Pina Bike de 2014 será subordinada a ultimar a
preparação dos diversos participantes no Granfondo do Gerês, que se realiza já
no próximo dia 15 de junho.
Logo, conte-se com um percurso rijo, com cerca de 2000
metros de acumulado e com uma distância importante, à imagem do grande desafio
minhoto (138 km; no Gerês mais 20 km), simulando em número de subidas (5 ou 6),
aquele traçado. De qualquer modo, respeitando o que é tradicional nas nossas
Clássicas, a primeira parte será mais acessível, permitindo haver mais
probabilidades de o pelotão rolar compacto, atenuando as diferenças que
certamente se farão na segunda parte do trajeto. De resto, o percurso do Gerês
também tem este mesmo aspeto na sua fase inicial.
Então sim, surgem as dificuldades e serão a condizer com as
exigências de um teste de preparação para o Granfondo. Após 48 km quase sempre
planos, à saída de Ribafria a primeira subida: Pereiro de Palhacana, com uma
entrada agreste e uma inclinação irregular. Em seguida, Cabeda (2.ª ao km 64), com
o encadeamento com o Forte de Alqueidão, antecedendo a Mata (3.ª; km 87) e
Ribas (4.ª; km 109) e finalmente Montemuro (5.ª; km 117) com o seguimento por
Sto. Estevão das Galés. Em Loures estaremos com 138,5 km.
A hora de saída de Loures (bombas da BP) é às 8h00
A hora de saída de Loures (bombas da BP) é às 8h00
Recorde-se que o andamento é livre (conceito de Clássica) e
recomenda-se que cada um o adeque à sua condição física. Arrisco a sugestão/conselho
para se moderar o ímpeto na primeira fase do percurso, incluindo nas
primeiras abordagens montanhosas, cabendo aos interessados manter um passo de desgaste - como, aliás, se vê os profissionais fazer nas grandes Voltas... ;)
quarta-feira, maio 14, 2014
Domingo: Sobral da Abelheira
A Volta do próximo domingo é a do Sobral da Abelheira, um regresso ao nosso calendário.
O percurso é o seguinte.
Pontos de neutralização para eventual reagrupamento:
- Sobral (rotunda da Praça de Touros)
- Catefica (após a descida do Figueiredo)
Fase de «andamento de referência»: Loures-Bucelas
ATENÇÃO: no percurso há um erro, após a rotunda da Barreiralva segue-se pela estrada nacional 9 até à Murgueira (o trajeto habitual) e não pela via rápida, como está no mapa.
O percurso é o seguinte.
Pontos de neutralização para eventual reagrupamento:
- Sobral (rotunda da Praça de Touros)
- Catefica (após a descida do Figueiredo)
Fase de «andamento de referência»: Loures-Bucelas
ATENÇÃO: no percurso há um erro, após a rotunda da Barreiralva segue-se pela estrada nacional 9 até à Murgueira (o trajeto habitual) e não pela via rápida, como está no mapa.
quinta-feira, maio 08, 2014
Domingo: Marginal-Sintra (Penina)
A volta do próximo domingo é a da Marginal-Sintra (Penina). O percurso é o seguinte.
Nota: no mesmo dia os camaradas dos Duros do Pedal realizam a sua Clássica de Montejunto (por Vila Verde dos Francos), com percurso idêntico ao nosso, o que efectuámos na semana passada. O pelotão passa por Loures sensivelmente às 8h30 - hora em que saímos para a nossa volta. Logo, é possível escolher entre as duas!
Nota: no mesmo dia os camaradas dos Duros do Pedal realizam a sua Clássica de Montejunto (por Vila Verde dos Francos), com percurso idêntico ao nosso, o que efectuámos na semana passada. O pelotão passa por Loures sensivelmente às 8h30 - hora em que saímos para a nossa volta. Logo, é possível escolher entre as duas!
sábado, maio 03, 2014
Crónica do Évora Granfondo Challenge
Segue-se a crónica do Évora Granfondo Challenge, através do
meu por vezes turvo olhar...
Procedimento prévio: intromissão «à cara podre» no
aglomerado de concorrentes na formação de partida, para ficar o mais próximo
possível dos primeiros! Má ação? Admito, mas, agora, analisando friamente a
prova, garanto que foi providencial para o meu desempenho, salvaguardando-me de
uma recolocação durante os quilómetros iniciais que seria muitíssimo
desgastante, tanto mais que é um dos meus piores dramas nestes eventos. E ainda
mais neste, em que seria especialmente agravado pela velocidade vertiginosa com
que se percorreram os primeiros quilómetros – incluindo os que supostamente
foram neutralizados dentro da cidade. A prova cabal do que me refiro foi a
dificuldade de outros (relatada pelos próprios) que partiram mais recuados, e
que muito melhor do que eu se sabem colocar (o Jony ou Freitas). De resto, o
que dizer mais quando os primeiros 50 km foram feitos à média de 45 km/h? Ainda
que beneficiando do vento estar a favor – na única parte do percurso em que esteve...
De qualquer modo, até Monsaraz, ao início da curta mas
picante subida (1,8 km a 7%), embora tivesse integrado sempre o grande pelotão
principal, nunca estive onde gostaria de estar, obrigando-me a suportar algumas
mudanças de ritmo (esticões...) habituais na parte mais recuada, que me mantiveram
a pulsação elevada (média de 157) ainda assim mais baixa do que a quase «hard
core», no Granfondo do Gerês-2013, até à primeira subida (165). Mas, reforço,
não foi tão mau como eu temia. Mais: tenho de admitir que, para a minha
«nabice»/falta de capacidade, até foi... bom!
No entanto, entrei na primeira subida muito para trás. E na
parte em que esta fica mais inclinada, quando os homens da frente começaram a
mexer-se, bumba: no elástico! Para ser sincero, nem sequer me recordo bem
quando e onde me encontrei! Para avivar a memória, pensei em «descobrir-me» nas
fotos oficiais da prova. Vejo e revejo cada «frame» e identifico quase todas as
caras conhecidas, mas, de mim, nem a sombra. Com’é?! Onde é que eu parava? Da
subida lembrava-me apenas do essencial: que, na fase final, após ter forçado
para recuperar, fico com o Jony em ponto de mira e esforcei-me por caçar-lhe a
roda antes de começar a descida, pois sabia que seria uma ajuda fundamental
nesse terreno – o que consegui, embora à custa de 180 ppm médias! Bom, quanto
às fotos, lá me descobri, quase totalmente tapado na imagem, num grupo onde
estava o Paulo Pais e o Tiago Martins. Para a frente, todas as minhas
referências no pelotão: Rui Torpes, Ricardo Gonçalves, Carlos Cunha, Pedro
Capela, Duarte Azenha, Nuno Mendes e o referido Jony.
Como calculei, na roda deste último (creio que nem se
apercebeu), picamos vertiginosamente pela curta descida, entrando sem
dificuldade no grupo principal, que, aliás, tinha «parado». E assim se manteve,
ao ponto de a maioria dos elementos que o integravam no início da subida terem
voltado a entrar. Nessa altura também fiquei com a noção que, mesmo efetuando
uma subida atabalhoada, no final da descida estava entre os primeiros 20-30.
Bom indicador.
No entanto, bastaram três quilómetros de acalmia (a cerca de
30 km/h) para o grupo voltar a engrossar e assim manteve até à Serra da Ossa, a
segunda dificuldade da jornada, num longo «passeio», ou quase, interrompido por
duas passagens em falsos planos ascendentes, ou pouco mais do que isso, o
primeiro ao km 60 (1,3 km a 3%), sem exigir muito anaeróbio (173); e o segundo
ao km 70, um pouco mais longo, duro (1,8 km a 4%) e atacado (178), que deve ter
«vitimado» alguns que estavam, nesta altura, mais curtos de forças.
Então, quase aos 100 km, a famigerada Serra da Ossa, que, no
fundo, é uma subida em duas (ou vice-versa...). A primeira fase, mais suave (2
km a 2,5%), que se passou estranhamente devagar (mas desconfiadamente
também...); e a segunda, então já com inclinações de... serra (7%), embora com
a mesma curta distância da primeira (2 km). Aqui, sim, os «tubarões» (Gamito,
José Silva) imprimiram um andamento voraz à cabeça do grupo, deixando a maioria
em dificuldades. Agora, felizmente, estava muito melhor colocado, o que me
permitiu gerir o esforço no controlo das rodas-referência: desde logo, Cunha,
Capela, Gonçalves e Duarte. O Torpes estava mais fora do alcance, integrado nos
primeiros. À média de 182 de pulso, agarrei-me ao grupo certo até ao final da
subida (que desconhecia totalmente) e não foi necessário muito da descida para
que alcançássemos o que estava imediatamente à frente e, juntos, não demorou
nada a apanhar os primeiros. Fizemo-lo muito antes de terminar a descida (de 6
km).
Então, sucedeu o mesmo que em Monsaraz: «paragem» no grupo
principal, que já se encontrava reduzido a não mais de 20-25 unidades. De tal
modo que, num topo que não distava mais de 2 km depois da descida, voltou a
entrar o grosso da coluna, de uns 60 elementos. E que se manteve agrupado até
Évora, apesar de mais uma subida ou topo mais exigentes (o mais, em Évoramonte,
aos 130 km, com 2 km a 4,6%) que me fizeram disparar o pulso (neste, média de
178). Na aproximação à cidade, as figuras e as respetivas equipas começaram a
preparar a chegada, anulando quaisquer tentativas de fuga, num terreno muito acidentado
(ondulado), o que também fez crescer a tensão e risco de queda. Pouco ou nada
sucedeu de anormal, excetuando um ciclista que embateu de frente num veículo
estacionado, felizmente sem gravidade.
Assim, na subida final, em piso empedrado, curta mas
íngreme, libertaram-se as feras – como quem diz, os mais interessados na melhor
classificação. Apesar de me incluir nestes (embora não sendo... fera! (brinco),
devido ao perigo de queda e o piso não ser ao meu jeito, «desliguei» à entrada
da muralha, cumprindo o quilómetro que restava com o conforto... possível.
Em resumo, outra fantástica experiência em provas de
Granfondo, que felizmente estão para durar em Portugal, graças a organizações
competentes que promovem adesões até ao limite das inscrições. Apesar de
considerar este tipo de percurso tão plano gerador de uma certa monotonia (para
mim, uma vez com capacidade para integrar o grupo principal, mesmo após as
subidas mais seletivas, que foram oásis de emoção naquela imensa planície, e
sem capacidade de ser me assomar à frente, o meu desempenho limitou-se a
prevenir quedas e outros percalços). Venha o Gerês!
quinta-feira, maio 01, 2014
Domingo: Montejunto (Vila Verde dos Francos)
No próximo domingo realiza-se a Clássica de Montejunto, pela subida de Vila Verde dos Francos. O percurso é o seguinte (ida e volta idêntico).
Hora de partida das bombas de Loures: 8h00
quarta-feira, abril 30, 2014
Dia 1 de maio: Abrigada
Para amanhã, dia 1 de maio, feriado, sugere-se a volta da Abrigada. O percurso é o seguinte
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